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Mercado Imobiliário

Ainda vale a pena comprar imóvel na planta em 2022?

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Depois de muitas mudanças com o impacto da pandemia, muitos se perguntam se ainda vale a pena comprar um imóvel na planta em 2022.

O fato é que muitos setores da economia tiveram prejuízos com os efeitos da pandemia, enquanto outros se mantiveram ou até mesmo cresceram com a crise.

No que tange o mercado imobiliário, investir em um imóvel neste ano de 2022 pode ser uma escolha segura e que traz muitas oportunidades.

Não importa o ano, milhões de brasileiros sonham com a casa própria e querem investir em imóveis para moradia ou investimento. Para que esse sonho se concretize, é importante acompanhar de perto os movimentos do mercado, os juros e a inflação.

Em comparação ao ano de 2020, 2021 foi um sucesso para o setor imobiliário, com R$ 255 bilhões destinados ao financiamento pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), uma alta de 46%.

Já 2022 começou um pouco mais complicado devido ao aumento da taxa Selic, que em 2021 estava em 2% e em fevereiro de 2022 já estava em 10,75%.

Mesmo assim, as expectativas são de uma alta de 2% nos financiamentos este ano, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Neste artigo vamos abordar melhor essas questões para você decidir se vale a pena comprar seu imóvel na planta ainda este ano. Continue lendo e confira.

Devo comprar um imóvel em 2022?

Se você trabalha com mão de obra temporária e terceirização ou nos mais diversos segmentos do mercado e vinha se planejando para comprar seu apartamento, não precisa abandonar a ideia, mas deve ter atenção a alguns fatores, tais como:

  • O momento da economia;
  • O planejamento;
  • O fator da pandemia;
  • O impacto da taxa Selic.

Com estes aspectos monitorados, certamente você saberá qual a melhor escolha a ser feita, podendo investir tranquilamente em seu imóvel.

Momento da economia

Um dos primeiros parâmetros a serem acompanhados se seu desejo é comprar um imóvel em 2022 são os juros.

No cenário atual, a taxa Selic, que referencia a cobrança de juros no país, está mais alta, influenciando no valor do financiamento imobiliário, por isso talvez seja melhor poupar no primeiro semestre.

A partir do momento que você conta com mais recursos em mãos, pode procurar as melhores oportunidades, como garantir uma entrada maior, de forma a não depender tanto do crédito imobiliário.

O aumento da taxa Selic afeta todos os setores da economia, como uma empresa de prestação de serviços de instalações elétricas.

Planejamento

O grande segredo do momento é o planejamento, uma vez que a situação econômica do país exige organização. Mesmo com a alta da taxa Selic e da inflação, corroendo os ganhos dos brasileiros, o mercado se encontra aquecido.

O que ocorreu no início do ano foi um equilíbrio entre a oferta e a demanda, mostrando um momento próspero no setor. E vale ressaltar que a expectativa é que depois das eleições, a taxa Selic comece a cair novamente.

Vale a consulta a uma boa empresa de avaliação de imoveis valor, propiciando que você faça as melhores escolhas.

Fator pandemia

Com uma situação controlada da pandemia, com boa parte dos adultos imunizados e com a vacina chegando às crianças, a roda da economia tende a voltar a girar.

A pandemia trouxe também algumas revoluções para o setor imobiliário, como a digitalização, o que facilita as negociações e aquece ainda mais o mercado.

Como a taxa Selic impacta minha compra?

A alta na taxa Selic não é uma boa notícia para o mercado imobiliário, pois as pessoas pagam mais caro para a obtenção de crédito no financiamento.

A melhor época foi quando a taxa Selic estava longe dos dois dígitos, funcionando da seguinte forma: a cada dois pontos percentuais, ocorre um reajuste feito pelos bancos para a concessão de crédito.

No caso das instituições financeiras privadas, sempre que a Selic sobe é preciso repassar o aumento ao consumidor.

A situação melhora quando se trata de um banco público, como a Caixa Econômica Federal, que responde a dois terços do crédito imobiliário no Brasil. Esse banco do Governo Federal anunciou que não vai reajustar suas linhas de crédito em 2022.

Essa é uma boa notícia para quem cuida de sua gestão de patrimonio familiar, que quer financiar um imóvel sem sofrer tanto com a alta da taxa Selic. Dessa forma, quem deseja comprar seu imóvel pelo banco Federal e investir, acaba sendo beneficiado.

A Caixa Econômica Federal está bem financeiramente para segurar essa alta da Selic, conseguindo bancar sua decisão. Agora é ver a situação dos juros aplicados nos bancos privados.

Imóveis ainda são bons investimentos?

Já há um longo período o setor imobiliário é tido como um dos mais rentáveis e seguros para se investir, e é um mercado que vem se fortalecendo. Para quem se pergunta se ainda vale a pena comprar um imóvel na planta em 2022, a resposta é sim.

O mercado imobiliário já teve seus momentos difíceis, mas essa é uma fase boa, sendo que o ramo é um dos principais motores da economia do país.

Basta analisar o desempenho do segmento durante o período de pandemia, no qual a construção civil e o serviço de gerenciamento de obras apresentou um excelente desempenho.

Reflexos da pandemia

Os impactos gerados pela pandemia no modo de vida das pessoas é inegável, e o setor imobiliário sentiu isso fortemente.

Principalmente relacionado ao isolamento social, muitas pessoas modificaram seu olhar sobre suas próprias casas, pedindo algo mais completo. Podemos dizer que as pessoas passaram a dar mais valor para suas casas e apartamentos após a crise.

A prioridade de muitos agora é ter um bom home office e/ou espaço suficiente para que todos os familiares tenham privacidade. E mesmo quem não trabalha em casa busca a comodidade de morar mais perto do seu trabalho.

Uma empresa de portaria para condomínio pôde perceber como as pessoas passaram a valorizar mais seu espaço, aumentando o valor agregado dos imóveis, o que, por sua vez, aquece ainda mais o setor imobiliário.

Ainda é seguro

Independentemente da crise que vier, o mercado imobiliário se mantém resiliente, mesmo nos períodos de baixa. Para quem tem o sonho de investir em sua casa ou apartamento neste ano de 2022, estará fazendo um ótimo investimento.

Um bom exemplo disso, que uma boa consultoria tributária pode aconselhar, é o investimento nos fundos imobiliários, uma ótima escolha para quem quer incrementar sua carteira, pois é seguro e traz uma boa rentabilidade.

Essa mesma rentabilidade pode ser observada no caso de quem procura um imóvel para morar, pois ele tende a se valorizar com o tempo.

Dependendo de fatores como a localização e a conservação do imóvel, um apartamento adquirido por R$ 300 mil pode chegar a valer até R$ 600 mil depois de um tempo.

Como investir em imóvel em 2022? 

Após ver que a perspectiva de se investir em um imóvel em 2022 é algo positivo, vale algumas dicas para escolher o melhor imóvel para você.

Analise a região 

Neste momento de grande decisão para sua vida e de sua família, é importante pensar na estruturação financeira, e isso inclui investir bem seu dinheiro.

Preste muita atenção na localização do imóvel que escolher, tanto para seu próprio benefício, quanto para revender ou alugar.

Esse será um fator preponderante para que seu imóvel se valorize com o tempo, e para que você obtenha um bom retorno no futuro.

Dessa forma, pesquise um bom bairro, que vá atender às suas necessidades e a de inquilinos futuros. Pense nos mais diferentes aspectos, como infraestrutura, segurança e lazer, escolhendo o empreendimento certo para você.

Estude o imóvel 

Além de garantir um bom negócio com uma boa localização, é fundamental conhecer de perto o imóvel que irá adquirir. Uma vez visitando o imóvel, avalie todo o potencial que ele tem para lhe oferecer, estudando suas características.

Na compra de um imóvel ainda na planta, visite o apartamento decorado que representa o resultado final, pesquise detalhes, observe e visite o canteiro de obras e pesquise sobre a construtora.

Entenda as tendências 

Uma das melhores formas de identificar uma boa opção de imóvel para comprar ou investir é avaliando as tendências do mercado. Se um empreendimento está em alta, tende a significar boas oportunidades de negócio para você.

Para fazer uma boa avaliação de tendências, é preciso saber qual é seu objetivo real ao adquirir o imóvel.

Observe a construção 

Tanto por questões de segurança, mas também para saber se o imóvel atende suas expectativas, é preciso analisar o processo de construção.

Por isso é fundamental procurar por uma construtora de confiança, que seja referência no mercado imobiliário. Você deve optar por empresas que tenham altos padrões de qualidade e de sustentabilidade, o que vai valorizar mais ainda seu investimento.

Considerações finais

O mercado imobiliário sempre foi um mercado sólido e robusto, e comprar seu imóvel em 2022 ainda é uma boa oportunidade.

Esse mercado continua sendo um dos mais seguros e rentáveis, seja para investidores ou para quem procura sua casa ou apartamento próprios.

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Confira as perspectivas para o mercado imobiliário em 2023

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Sabemos que 2022 mal acabou e o mercado já mira o próximo ano, o que é natural e importante para o alinhamento de expectativas e planejamento dos agentes envolvidos na cadeia. Com o segundo semestre cheio de esperanças e novidades para o mercado imobiliário, 2023 promete ser o ano da reorganização do setor.

Considerando o aprendizado deste ano que foi iniciado com a economia estagnada e previsões cautelosas de crescimento no país como um todo, fomos surpreendidos positivamente com os resultados do setor de imóveis. 

Os olhares estão também, voltados para o desenhar de um novo governo na presidência, Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições e “retoma a cadeira”, segundo para o seu 3º mandato (PT). Uma coisa é certa, independentemente do contexto político, o mercado imobiliário deve seguir como grande impulsionador da roda econômica do Brasil.

Para lhe ajudar nessa preparação, elaboramos este conteúdo que trará insights e tendências para o mercado imobiliário em 2023. Acompanhe!

As vendas imobiliárias nos últimos anos

Para bem pensarmos o ano de  2023 é bom trazermos um retrospecto sobre como foi o comportamento do mercado imobiliário nos últimos 3 anos, marcados pela pandemia da Covid-19 e a crise econômica. 

Vejamos, no ano de 2021, o setor se manteve aquecido, os resultados dos indicadores da ABRAINC em parceria com a FIPE apontaram que, com os lançamentos e vendas em alta, foi desencadeada uma grande conquista, com um avanço de 30,1% nas unidades comercializadas no 2º trimestre de 2021, representando um aumento de 25,9% em relação ao mesmo período de 2020,  findando esse como o melhor semestre da série histórica.

Em 2022 o mercado imobiliário apresentou um aumento de 42% em lançamentos no último trimestre móvel, novembro, dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Os números confirmam as previsões positivas para a expansão do setor, que se manteve estável, especialmente, pela performance do segmento de Médio e Alto Padrão. 

Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras e imobiliárias (ABRAINC) em parceria com a Deloitte, os resultados do mercado imobiliário no segundo trimestre de 2022 apesar da leve retração em demandas foram positivos, o que se dá em grande parte pelo Casa Verde e Amarela (CVA), após as medidas de manutenção do programa do governo. 

No primeiro semestre de 2022, o número de novos imóveis comercializados no Brasil aumentou 18% em comparação com o mesmo período de 2021. Ao todo, foram vendidas 87.655 unidades nos seis primeiros meses do ano.

Em uma pesquisa desenvolvida pela Brain Inteligência Estratégica e Abrainc, 82% das construtoras e incorporadoras elegeram como maior vilão de 2022 o custo dos materiais de construção. Entretanto, 62% dos participantes acreditam que em 2023 o mercado estará melhor que agora. 

Um marco importante que evidencia o momento positivo é o aumento de 3,5 pontos em setembro do Índice de Confiança da Construção, chegando ao maior nível desde o ano de 2012.

Reajustes na taxa Selic

A alta da inflação foi determinante para o aumento decorrente da Selic, que em janeiro de 2021 era de 2% ao ano, o menor patamar da história do país. O ciclo de reajuste no valor da Taxa Básica de Juros chegou a 13,75% ao ano, a décima primeira alta consecutiva.

O presidente da ABRAINC, Luiz França, diz que apesar do aumento nos juros, há boas perspectivas para o setor, pois a taxa dos financiamentos imobiliários é atrelada à remuneração da poupança e a mesma não irá subir na proporção da Selic.

Novo presidente, como fica o imobiliário em 2023?

Como já apontado anteriormente, o mercado imobiliário é um forte impulsionador na roda econômica do Brasil, ou seja, independentemente do cenário político, o desenvolvimento imobiliário implica diretamente na renda do país.

Voltando nosso olhar para os dois mandatos anteriores de Luís Inácio na presidência, construtoras de baixa renda tendem a ser as mais beneficiadas com esse terceiro governo. Já que, desde a campanha presidencial, o presidente eleito sinalizou o seu desejo em seguir com o programa habitacional Casa Verde e Amarela, inclusive, foram postas várias vezes pelo político o retorno do nome Minha casa Minha Vida, nome concedido ao programa durante o governo do mesmo.

O segmento de alto padrão que protagonizou nos últimos anos, por outro lado, talvez sofra retração, mas devemos considerar sempre o histórico de resiliência do segmento. De maneira geral, a reação dos agentes imobiliários seguem moderadas com os resultados da eleição presidencial.

O que esperar do mercado imobiliário em 2023?

Como falamos, para o ano de 2023, a tendência é que as negociações de compra e venda continuem crescendo e de forma exponencial. Isso porque, o mercado imobiliário é um segmento bastante sólido no Brasil, sendo uma classe de ativos consolidada e que sempre foi vista como uma reserva de valor, principalmente quando falamos de imóveis residenciais.

Muitos brasileiros, quando as crises surgem, o imóvel continua lá, oferecendo rendimentos e lucros. Na passagem do ano de 2021 para 2022 a venda de imóveis registrou aumento de 46,1%, como aponta a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para o ano de 2023, a expectativa é que haja a continuidade desse movimento, com novos lançamentos de empreendimentos

Incorporadoras e imobiliárias que atuam no setor de todo o país estão apresentando estratégias e técnicas utilizadas para aplicarem no próximo ano.

O comportamento do consumidor mudou!

Vender um imóvel é sempre um processo repleto de desafios, principalmente devido à grande concorrência, nem sempre é fácil atrair e manter a atenção do consumidor. Além disso, a jornada de compra do consumidor mudou com a chamada “Era Digital”, onde as pessoas passaram a ter acesso a informações com mais facilidade e agilidade. 

O consumidor nunca teve acesso a tantas informações. Com uma simples pesquisa na internet é possível encontrar várias alternativas de apartamentos, casas e lotes, assim como informações relevantes para a compra. Nesse sentido, é essencial entender a jornada do cliente e saber como fidelizá-lo em cada etapa.

O processo de decisão de compra de um imóvel, por exemplo, é algo extremamente complexo que percorre por todas as etapas da jornada de compra do novo consumidor. A medida que o comportamento de compra se modifica, as ações para fechar vendas e fidelizar clientes se transformam para melhor atender às necessidades da clientela, ou pelo menos deveriam.

Diante dessa realidade, é essencial encontrar formas de se conectar com o cliente não só em 2023, mas desde já! Sempre com transparência e oferecendo o que o consumidor realmente precisa.

O impacto da tecnologia no mercado imobiliário

Nos últimos anos, a tecnologia se tornou a veia dos processos de vendas de vários setores da economia e, por isso, o mercado imobiliário tem procurado se inserir cada vez mais na transformação digital.

De acordo com uma pesquisa da Brain Inteligência estratégica, mais de 50% dos compradores de imóveis no Brasil passam amplamente pelo processo digital antes de efetivar a compra.

A combinação entre processo de vendas,  ferramentas de gestão e CRM tem se tornado uma estratégia cada vez mais importante para potencializar as vendas no mercado imobiliário.

Com diversas oportunidades de vendas surgindo a todo instante e esforços simultâneos realizados pelos corretores, é fundamental organizar todo o fluxo de trabalho e procurar por soluções que viabilizem a automatização dos processos comerciais da empresa.

Além disso, o novo consumidor está cada vez mais impulsionado pela aceleração do mercado e o corretor precisa estar com todas as informações sobre os empreendimentos na palma da mão se quiser fechar negócio. Portanto, o segredo é um atendimento personalizado e ágil para fidelizar esse cliente.

O lançamento digital, por exemplo, é uma nova modalidade, que tem funcionado bastante no mercado imobiliário. Com ele, as etapas da venda são digitalizadas, visando mais agilidade e eficiência.

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Como aplicar as estratégias de Inbound marketing no setor imobiliário?

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O marketing é essencial para todos os setores que desejam obter credibilidade e diferencial no mercado. Um deles é o setor imobiliário, que fica responsável pela venda de imóveis, inclusive aqueles com alto valor agregado. 

Por lidar com bens de alto valor e processos de decisão específicos e mais longos, esse setor tem algumas particularidades que precisam ser compreendidas por quem montará a estratégia de marketing.

Uma das particularidades é o fato de que, por ter alto valor agregado, a jornada de compra do consumidor é mais longa, pois existe um amplo processo de decisão e alguns procedimentos burocráticos que precisam ser superados. 

Por isso, a equipe de marketing precisa criar um planejamento para identificar a melhor forma de se comunicar com o público e de gerar o convencimento em relação à compra, criando desejo e otimizando a jornada de compra. 

As estratégias de marketing podem ser aplicadas, por exemplo, no ambiente físico e até levando em conta uma ação em mídias tradicionais.

Dentre os principais produtos e mudanças podemos destacar outdoors, panfletos, filipetas, banners, faixas de divulgação, dentre outros. 

No entanto, cada vez mais, há a necessidade de também aplicar a comunicação digital pois os clientes têm migrado para essas plataformas. 

Nesse cenário, o marketing digital por meio das técnicas de inbound marketing se mostram essenciais para facilitar a comunicação entre empresa e cliente, promovendo uma compra mais rápida. 

Por conta da importância desse tema, vamos explicar como é possível aplicar as estratégias de inbound marketing no setor imobiliário. Acompanhe a seguir!

O que é o inbound marketing?

O primeiro passo neste artigo é compreendermos o que é o inbound marketing. 

Basicamente, o conceito se refere a um conjunto de ações e estratégias da área do marketing, que têm como objetivo atrair os clientes e convertê-los para uma compra de forma menos invasiva.

Nesse caso, existe a produção de conteúdos diversos para os canais da empresa, a imobiliária, como:

  • Criação de material para os blogs;
  • Publicação de vídeos e fotos em redes sociais;
  • Envio de email marketing segmentado;
  • Criação de landing page e formulários para captação de dados;
  • Criação de conteúdos promocionais.

Existem 3 fases do inbound marketing que são voltadas para o relacionamento e evolução do potencial cliente ao longo da jornada.

São elas a atração dos clientes, seja por meio de um conteúdo relevante ou redes sociais; a conversão dessa pessoa em lead (visando o avanço no processo de compra); e, por fim, a manutenção de um bom relacionamento com o usuário e a efetivação da compra.

Esse é um investimento importante para a empresa porque aumenta a visibilidade, diminui o custo de aquisição do cliente e atrai os clientes em potencial mais alinhados ao negócio e mais probabilidade de fechar negócio. 

Estratégias de inbound marketing para sua imobiliária 

Após compreender o que é o inbound marketing e como ele pode ser colocado em prática, abordaremos 4 processos da estratégia que podem ser aplicados em sua imobiliária para otimizar os resultados em marketing. São elas:

  • Geração de leads;
  • Qualificação de leads ;
  • Segmentação de leads; 
  • Produção de conteúdos para a tomada de decisão. 

Os leads são os clientes em potencial da empresa, ou seja, são pessoas que começaram o contato com sua imobiliária e demonstraram algum interesse pelo negócio.

Esse interesse pode ser desde saber mais sobre os conteúdos da sua empresa até o interesse em um imóvel específico, por exemplo.

No marketing digital, você precisa lidar com diferentes tipos de público, respeitando a jornada do cliente e suas fases, bem como os interesses desses sub-nichos, inclusive no momento de atraí-los, na primeira etapa da jornada.

Estratégias no decorrer da jornada

Um dos primeiros desafios é gerar leads qualificados, ou seja, fazer com que o internauta que acessa o seu site e seja um potencial cliente deixe um contato, cadastrando um email ou preenchendo uma landing page. 

Por isso, esse conteúdo precisa ser rico e relevante para o potencial consumidor. 

Quando esse usuário começa a demonstrar interesse pelo negócio, existe a qualificação e nutrição de leads por meio de conteúdo mais aprofundado e segmentado. 

A qualificação e segmentação de leads andam de mãos dadas, já que o mesmo conteúdo pode não servir para todos os clientes da sua empresa. 

Aqui é importante saber as dores de cada nicho para evocar a solução que sua imobiliária traz para cada grupo, como status, segurança, conforto, etc.

O quarto critério é realizar a produção de conteúdos que educam e trazem segurança para a tomada de decisão.

É importante que essa produção de conteúdo seja feita a partir da jornada de compra de cada cliente, entendendo também critérios ligados ao ambiente digital, como as técnicas de SEO, inserção de palavras-chave, link building e meta descrição. 

A partir dessas dicas, é importante investir em marketing digital e estratégias de inbound para sua imobiliária.

Isso deve ser feito para divulgar o negócio, mas não só os imóveis disponíveis. A ideia deve ser abordar também outros tópicos, como dicas sobre a escolha da casa ideal, formas de aquisição, decoração, dentre outros temas que se relacionam com a área e sejam de interesse do público.

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Mercado Imobiliário

Big Data e Mercado Imobiliário: qual a relação?

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Tendo em vista um mercado cada vez mais competitivo e um público mais e mais exigente e conectado, é imperativo que os players do mercado imobiliário invistam na contínua modernização de seus processos e se apropriem das incontáveis oportunidades que surgem a partir da correta e inteligente utilização de dados.

Seja para direcionar os esforços de suas equipes, melhor conhecer o perfil, as necessidades e o momento de compra de seus clientes ou ainda para, a partir de análises e projeções baseadas em dados, terem a possibilidade de  desenvolver e entregar produtos cada vez mais condizentes com as necessidades de seus possíveis clientes.

Ainda que inerente à implementação de uma cultura de dados hajam desafios, utilizar ferramentas adequadas, que deem suporte a tais iniciativas, podem suavizar o processo e impulsionar os resultados. Pensando nisso, esse artigo foi preparado para que você, agente imobiliário, entenda essa tendência que pode alavancar as suas vendas de forma escalada. Confira!

O que é Big Data?

Trazido à público em 2005 pelo então gerente de dados da O’Relly, Roger Magoulas, o termo Big Data se refere não apenas a um grande volume de dados, mas também à variabilidade desses dados, à velocidade na qual são gerados, sua veracidade e o valor a eles agregado.

A variabilidade se refere à diversidade de fontes e formatos nos quais se produzem tais dados, podendo estes, serem advindos tanto de formulários e planilhas, como de diferentes sistemas e dispositivos.

Já a velocidade é uma característica intrínseca ao termo e diz respeito ao ritmo com o qual os diferentes tipos de dados são gerados e atualizados, ou seja, não basta haver um grande acúmulo de dados, estes devem estar sujeitos a um rápido crescimento, sendo justamente estes fatores os que tornam imprescindível a validação dos dados a fim de garantir a veracidade destes, com o intuito de encontrar possíveis inconsistências e anomalias, mas também a fim de questionar se esses dados ainda correspondem à realidade.

Ainda relacionado ao conceito de Big Data está a noção de valor; isso porque dados são apenas dados. Embora potencialmente ricos em informação, eles precisam ser garimpados ou, fazendo uso do termo corrente, minerados através de processos, ferramentas e técnicas que, finalmente, transformarão tais dados brutos em conhecimento útil para os negócios.

Aplicações gerais de Big Data

Uma vez que Big Data trata-se de um volume massivo de dados oriundos das mais diversas fontes possíveis, este também possui as mais diversas aplicações, já que a natureza dos dados varia de acordo com o ramo de atuação da organização, seja ela privada ou governamental.

Sendo assim, Big Data pode ser utilizado para analisar o volume do tráfego de veículos ou o padrão de crimes praticados em diferentes horários em determinada região de uma cidade, ou ainda prever alagamentos ou mapear o alcance de danos causados por abalos sísmicos, dando oportunidade para que novas políticas públicas de enfrentamento às situações observadas sejam criadas.

Pode, ainda, apoiar estratégias de cultivo no agronegócio, bem como sustentar decisões guiadas por dados em empresas de diferentes segmentos.

Portanto,  o objetivo principal do Big Data é extrair valor de dados, permitindo que destes se obtenham insights úteis para tomada de decisões, já que utilizando-se de técnicas de Big Data, é possível observar padrões nos dados que não se revelariam de outra maneira, possibilitando um entendimento e planejamento mais acertivo dos negócios.

Para que isso seja possível, geralmente estão envolvidos modelos de Machine Learning (Aprendizagem de Máquina) que tem um papel crucial na tarefa de revelar padrões ocultos, de difício detecção até mesmo para os mais atentos e experientes olhares humanos, possibilitando a apropriação de informações que, se bem utilizadas, podem torna-se uma vantagem competitiva importante.

Qual a relação entre Big Data e Mercado Imobiliário?

Assim como observado em outros âmbitos do mundo dos negócios, o setor imobiliário também pode se beneficiar dos avanços em Big Data. É sabido que “vende melhor quem domina a informação” e, uma vez que Big Data diz respeito à obtenção e enriquecimento de dados, transformando-os em informação útil, quem melhor investir em ferramentas e profissionais de Big Data, estarão à frente.

No mundo cada vez mais virtualmente conectado, a internet tornou-se o principal meio de acesso à informação de boa parte das pessoas. Segundo pesquisa realizada em 2021 pelo grupo de comunicação jornalística Poder Data, 43% das pessoas buscam informação por esse meio, número que já ultrapassa veículos tradicionais de comunicação como a televisão, rádio e jornal impresso.

Pesquisas realizadas pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação – CETIC, apontam o crescimento no número de internautas no país que, com a expansão da web 2.0, não apenas consomem informações, como também as geram. Em cada clique, em cada busca, cada curtida, as pessoas estão gerando muitos gigabytes de dados. Rastros que indicam suas opiniões, preferências e necessidades.

Desse modo, saber como utilizar esses dados, ajudará a traçar um perfil mais detalhado e seguro dos possíveis compradores, conhecendo quem são, o que buscam e, de forma mais assertiva, qual o elemento motivador da compra, podendo-se assim, ser capaz de fazer a entrega perfeita. Dito de outra maneira, a todo momento as pessoas estão dizendo que tipo de imóvel buscam e quais suas necessidades.

Entretanto, isso é dito de forma implícita, através das pistas que deixam na rede. Portanto, acessar e compreender essas pistas pode ajudar as construtoras na própria definição de seus produtos, sendo possível antever demandas e apresentar propostas inovadoras, uma vez conhecidas as reais necessidades de seu público-alvo.

Iniciativas nesse sentido têm sido implementadas, como é o caso da DataClick, que realizou um projeto no qual utilizou dados de leads e clientes dispersos em diferentes sistemas de uma incorporadora, reunindo-os e os analisando a fim de compreender suas características  que melhor se relacionavam com os produtos disponíveis.

A iniciativa promoveu a venda de cerca de 20% de um empreendimento, antes do lançamento, apenas utilizando de forma inteligente a base de dados a qual já dispunham, demonstrando que nem sempre é preciso utilizar grandes volumes de dados obtidos de fontes externas, mas que o próprio negócio já pode reunir muitos dados que, possivelmente, têm sido subestimados.

Dados no app Facilita

O app Facilita dispõe de vários recursos que dão suporte a uma gestão guiada por dados, dos quais podemos citar os relatórios em Excel que, a partir do painel da aplicação web,  permite exportar  diferentes relatórios nos formatos xlsx ou csv,  que possibilitam uma visão detalhada concernente a clientes, reservas, leads e ainda outras como funil de vendas, negócios, etc.

Valendo lembrar que, uma vez exportados, a maneira como esses dados serão utilizados depende da técnica e criatividade daquele que os manejará, podendo ser utilizados diretamente em editores digitais de planilhas, como MS Excel, Google sheets e outros, ou transformados em fontes de dados para aplicações de business inteligence, como Gogle Data Studio e Power BI.

Para aqueles, no entanto, que desejam utilizar visualizações de dados em forma de dashboards, o aplicativo Facilita conta com soluções BI desenhadas para suprir demandas no gerenciamento de vendas e marketing que se encontram acessíveis diretamente via painel web.

Essas visões foram projetadas para apresentar de forma clara e inteligente, informações como a distribuição dos negócios no funil, valores de negociações, produtividade de equipes, taxa de conversão por origem, tempo médio e perfil demográfico das vendas, entre outras, contando ainda com a calculadora de leads que, com base na taxa de conversão do funil, calcula quantos leads serão necessários gerar para que se alcance a meta de vendas estabelecida.

Além de soluções para integração e entrega de dados como o webhook e a API Pública Facilita, há também, soluções que conferem maior liberdade para usuários que desejam manipular dados de forma mais especializada.

É o caso da Fonte de Dados para BI que, após um pré-processamento por parte do Facilita, possibilita a entrega de dados diretamente ao cliente através de um endpoint, a partir do qual o cliente pode obter e analisar dados, utilizando ferramentas e técnicas com as quais já está habituado.

Há ainda, a opção de utilizar, a um nível mais avançado, o DataLake Facilita, que entrega toda a gama de dados armazenada no processo de vendas, sem qualquer pré-processamento, evitando o enviesamento dos dados e possibilitando um leque muito maior de aplicações e obtenção de insights por meio destes.

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