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Por que as vendas consultivas estão tão em alta no mercado imobiliário?

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Por que as vendas consultivas estão tão em alta no mercado imobiliário?

As vendas consultivas ganham um destaque cada vez maior no mercado imobiliário. Em vez de tentar forçar vendas, os corretores precisam mudar a abordagem e encontrar as melhores soluções para clientes – conduzindo à compra do imóvel com condições ideais.

Coloque-se por um instante no lugar do seu cliente: quando está com a intenção de fazer uma compra, você pesquisa vários aspectos racionais e emocionais que se misturam. Na compra de um imóvel não é diferente: o cliente procura por uma boa infraestrutura, conforto para a família, qualidade de vida, espaço para montar um escritório, entre outros fatores.

E o novo consumidor tem cada vez mais poder na negociação de compra, devido à todas informações disponíveis. Por conta disso, tentar vender como antigamente não funciona mais. É fundamental ser consultivo e compreender as necessidades de cada cliente que passa pela sua construtora.

Com um bom pré-atendimento é possível entender essas necessidades para agendar visitas com corretores. Assim, você conquista a confiança do cliente e aumenta as chances de fechar o negócio. Neste artigo você vai aprender a fazer as vendas consultivas.

O que são vendas consultivas?

As vendas consultivas no mercado imobiliário surgiram da necessidade de vender imóveis que realmente se encaixam nas expectativas dos clientes. A ideia é que, em vez de simplesmente fazer uma venda, o corretor ajude o cliente a encontrar o melhor imóvel de acordo com as suas necessidades pessoais e financeiras.

Em vez de atuar somente como um intermediário na negociação, o corretor passa a ter um papel de maior importância. Ele deve se tornar um verdadeiro expert no ramo imobiliário. É dessa forma que ele pode compreender quais são as reais necessidades dos clientes para conseguir oferecer soluções ideais para diferentes perfis de consumidores.

Para compreender melhor esse processo, pense em uma consulta no médico, onde o corretor para prescrever a melhor solução, precisa de detalhes dos sintomas dos clientes. No caso de uma consultoria do mercado imobiliário, o corretor perguntaria:

– Quantas pessoas vão residir no imóvel? O imóvel tem o espaço para essa quantidade de pessoas?

– Qual a localização de interesse? Fica perto do trabalho do cliente ou da escola dos filhos?

– O imóvel cabe no orçamento? O cliente pode dar entrada? Ele tem FGTS para retirar? Vai fazer financiamento?

É sempre importante realizar esse diagnóstico e sugerir imóveis que sejam realmente atrativos para o cliente sair da negociação satisfeito.

Quais são os benefícios?

Entendemos a venda consultiva como uma abordagem focada em estabelecer confiança com um cliente em potencial. Por isso, a prioridade do vendedor é criar um relacionamento primeiro e depois sugerir o imóvel ideal. Confira os benefícios das vendas consultivas no mercado imobiliário:

Relações mutuamente benéficas

Quando um vendedor está envolvido com um cliente e vende de forma consultiva, ele cria uma relação em que ambos saem ganhando. Não se trata simplesmente da venda, mas sim de contribuir para o sucesso de uma pessoa (ou família) em uma conquista tão importante.

Mais probabilidade de fechar negócios

Se você fica satisfeito com o atendimento recebido em uma empresa, são maiores as chances de fechar a compra e indicar a imobiliária para conhecidos, certo? Realizar vendas consultivas aumentam as chances de fechar negócios, o que possui impacto direto em suas vendas.

Construção de autoridade no mercado

Imagine que você esteja procurando por um imóvel e comece a visitar algumas imobiliárias. Ao se deparar com um corretor que não consegue fornecer informações úteis sobre os imóveis e bairros que você está visitando, é provável que você perca o interesse, não é?

Por outro lado, um profissional que consegue tirar todas suas dúvidas e fazer recomendações personalizadas transmite uma autoridade que faz toda a diferença. E isso reflete diretamente na reputação da marca no mercado.

Como fazer uma venda consultiva?

Confira os passos para implantar uma cultura de vendas consultivas em sua construtora:

1. Entenda as necessidades do cliente

O primeiro passo para uma venda consultiva bem-sucedida é garantir que você entende as necessidades do cliente. É somente dessa forma que o corretor pode fornecer um atendimento personalizado, que ofereça exatamente o que ele precisa.

Para entender as necessidades do cliente, o corretor deve começar com questionamentos sobre o contexto do prospect. As respostas vão fornecer uma imagem detalhada do que o cliente deseja. Porém, a intenção é que seja uma conversa descontraída e não um interrogatório ao cliente.

2. Construa um relacionamento

Para ganhar a confiança de um prospect é preciso desenvolver um bom relacionamento. Imagine que o cliente comente que gostaria de uma cozinha ampla para receber muitos convidados. Com base nesse detalhe, o corretor pode buscar algumas opções atrativas e ainda dar algumas dicas sobre o assunto.

O diálogo usado por um corretor é de grande relevância para a venda consultiva. É importante que o cliente entenda que o vendedor é capaz de guiá-lo para solucionar todas suas questões na busca por um imóvel.

3. Considere todos os comentários

Todo feedback é benéfico para um vendedor, independentemente de ser positivo ou negativo. Portanto, é importante considerar todos os comentários e fazer alterações adequadas com base nessas informações. Além disso, ao pedir sua opinião, o vendedor pode demonstrar seu compromisso com o cliente.

Vendas consultivas: um novo papel para o corretor

O novo papel do corretor não é só pensar em venda, mas também é uma oportunidade de entregar o que as pessoas precisam – e até mudar a vida dos clientes. Ter a consciência do que representa a compra de um imóvel é fundamental para que cada atendimento seja realizado com toda a dedicação necessária.

Quando o principal objetivo se torna entregar uma experiência positiva para o cliente, as vendas acontecem como um processo natural. E, mais uma vez, todos saem ganhando.

Além disso, a aplicação das vendas consultivas mais acessível por causa das ferramentas que automatizam processos comerciais. Ao usar um CRM imobiliário, é possível estruturar um funil de vendas para acompanhar toda a jornada do consumidor. Assim, corretores passam a ter todas as informações necessárias para entregar a melhor experiência para cada um dos clientes.

Você gostou das informações sobre as vendas consultivas? Então confira também este e-book sobre a revolução da venda de empreendimentos imobiliários.

 

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Confira as perspectivas para o mercado imobiliário em 2023

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Sabemos que 2022 mal acabou e o mercado já mira o próximo ano, o que é natural e importante para o alinhamento de expectativas e planejamento dos agentes envolvidos na cadeia. Com o segundo semestre cheio de esperanças e novidades para o mercado imobiliário, 2023 promete ser o ano da reorganização do setor.

Considerando o aprendizado deste ano que foi iniciado com a economia estagnada e previsões cautelosas de crescimento no país como um todo, fomos surpreendidos positivamente com os resultados do setor de imóveis. 

Os olhares estão também, voltados para o desenhar de um novo governo na presidência, Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições e “retoma a cadeira”, segundo para o seu 3º mandato (PT). Uma coisa é certa, independentemente do contexto político, o mercado imobiliário deve seguir como grande impulsionador da roda econômica do Brasil.

Para lhe ajudar nessa preparação, elaboramos este conteúdo que trará insights e tendências para o mercado imobiliário em 2023. Acompanhe!

As vendas imobiliárias nos últimos anos

Para bem pensarmos o ano de  2023 é bom trazermos um retrospecto sobre como foi o comportamento do mercado imobiliário nos últimos 3 anos, marcados pela pandemia da Covid-19 e a crise econômica. 

Vejamos, no ano de 2021, o setor se manteve aquecido, os resultados dos indicadores da ABRAINC em parceria com a FIPE apontaram que, com os lançamentos e vendas em alta, foi desencadeada uma grande conquista, com um avanço de 30,1% nas unidades comercializadas no 2º trimestre de 2021, representando um aumento de 25,9% em relação ao mesmo período de 2020,  findando esse como o melhor semestre da série histórica.

Em 2022 o mercado imobiliário apresentou um aumento de 42% em lançamentos no último trimestre móvel, novembro, dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Os números confirmam as previsões positivas para a expansão do setor, que se manteve estável, especialmente, pela performance do segmento de Médio e Alto Padrão. 

Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras e imobiliárias (ABRAINC) em parceria com a Deloitte, os resultados do mercado imobiliário no segundo trimestre de 2022 apesar da leve retração em demandas foram positivos, o que se dá em grande parte pelo Casa Verde e Amarela (CVA), após as medidas de manutenção do programa do governo. 

No primeiro semestre de 2022, o número de novos imóveis comercializados no Brasil aumentou 18% em comparação com o mesmo período de 2021. Ao todo, foram vendidas 87.655 unidades nos seis primeiros meses do ano.

Em uma pesquisa desenvolvida pela Brain Inteligência Estratégica e Abrainc, 82% das construtoras e incorporadoras elegeram como maior vilão de 2022 o custo dos materiais de construção. Entretanto, 62% dos participantes acreditam que em 2023 o mercado estará melhor que agora. 

Um marco importante que evidencia o momento positivo é o aumento de 3,5 pontos em setembro do Índice de Confiança da Construção, chegando ao maior nível desde o ano de 2012.

Reajustes na taxa Selic

A alta da inflação foi determinante para o aumento decorrente da Selic, que em janeiro de 2021 era de 2% ao ano, o menor patamar da história do país. O ciclo de reajuste no valor da Taxa Básica de Juros chegou a 13,75% ao ano, a décima primeira alta consecutiva.

O presidente da ABRAINC, Luiz França, diz que apesar do aumento nos juros, há boas perspectivas para o setor, pois a taxa dos financiamentos imobiliários é atrelada à remuneração da poupança e a mesma não irá subir na proporção da Selic.

Novo presidente, como fica o imobiliário em 2023?

Como já apontado anteriormente, o mercado imobiliário é um forte impulsionador na roda econômica do Brasil, ou seja, independentemente do cenário político, o desenvolvimento imobiliário implica diretamente na renda do país.

Voltando nosso olhar para os dois mandatos anteriores de Luís Inácio na presidência, construtoras de baixa renda tendem a ser as mais beneficiadas com esse terceiro governo. Já que, desde a campanha presidencial, o presidente eleito sinalizou o seu desejo em seguir com o programa habitacional Casa Verde e Amarela, inclusive, foram postas várias vezes pelo político o retorno do nome Minha casa Minha Vida, nome concedido ao programa durante o governo do mesmo.

O segmento de alto padrão que protagonizou nos últimos anos, por outro lado, talvez sofra retração, mas devemos considerar sempre o histórico de resiliência do segmento. De maneira geral, a reação dos agentes imobiliários seguem moderadas com os resultados da eleição presidencial.

O que esperar do mercado imobiliário em 2023?

Como falamos, para o ano de 2023, a tendência é que as negociações de compra e venda continuem crescendo e de forma exponencial. Isso porque, o mercado imobiliário é um segmento bastante sólido no Brasil, sendo uma classe de ativos consolidada e que sempre foi vista como uma reserva de valor, principalmente quando falamos de imóveis residenciais.

Muitos brasileiros, quando as crises surgem, o imóvel continua lá, oferecendo rendimentos e lucros. Na passagem do ano de 2021 para 2022 a venda de imóveis registrou aumento de 46,1%, como aponta a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para o ano de 2023, a expectativa é que haja a continuidade desse movimento, com novos lançamentos de empreendimentos

Incorporadoras e imobiliárias que atuam no setor de todo o país estão apresentando estratégias e técnicas utilizadas para aplicarem no próximo ano.

O comportamento do consumidor mudou!

Vender um imóvel é sempre um processo repleto de desafios, principalmente devido à grande concorrência, nem sempre é fácil atrair e manter a atenção do consumidor. Além disso, a jornada de compra do consumidor mudou com a chamada “Era Digital”, onde as pessoas passaram a ter acesso a informações com mais facilidade e agilidade. 

O consumidor nunca teve acesso a tantas informações. Com uma simples pesquisa na internet é possível encontrar várias alternativas de apartamentos, casas e lotes, assim como informações relevantes para a compra. Nesse sentido, é essencial entender a jornada do cliente e saber como fidelizá-lo em cada etapa.

O processo de decisão de compra de um imóvel, por exemplo, é algo extremamente complexo que percorre por todas as etapas da jornada de compra do novo consumidor. A medida que o comportamento de compra se modifica, as ações para fechar vendas e fidelizar clientes se transformam para melhor atender às necessidades da clientela, ou pelo menos deveriam.

Diante dessa realidade, é essencial encontrar formas de se conectar com o cliente não só em 2023, mas desde já! Sempre com transparência e oferecendo o que o consumidor realmente precisa.

O impacto da tecnologia no mercado imobiliário

Nos últimos anos, a tecnologia se tornou a veia dos processos de vendas de vários setores da economia e, por isso, o mercado imobiliário tem procurado se inserir cada vez mais na transformação digital.

De acordo com uma pesquisa da Brain Inteligência estratégica, mais de 50% dos compradores de imóveis no Brasil passam amplamente pelo processo digital antes de efetivar a compra.

A combinação entre processo de vendas,  ferramentas de gestão e CRM tem se tornado uma estratégia cada vez mais importante para potencializar as vendas no mercado imobiliário.

Com diversas oportunidades de vendas surgindo a todo instante e esforços simultâneos realizados pelos corretores, é fundamental organizar todo o fluxo de trabalho e procurar por soluções que viabilizem a automatização dos processos comerciais da empresa.

Além disso, o novo consumidor está cada vez mais impulsionado pela aceleração do mercado e o corretor precisa estar com todas as informações sobre os empreendimentos na palma da mão se quiser fechar negócio. Portanto, o segredo é um atendimento personalizado e ágil para fidelizar esse cliente.

O lançamento digital, por exemplo, é uma nova modalidade, que tem funcionado bastante no mercado imobiliário. Com ele, as etapas da venda são digitalizadas, visando mais agilidade e eficiência.

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Como aplicar as estratégias de Inbound marketing no setor imobiliário?

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O marketing é essencial para todos os setores que desejam obter credibilidade e diferencial no mercado. Um deles é o setor imobiliário, que fica responsável pela venda de imóveis, inclusive aqueles com alto valor agregado. 

Por lidar com bens de alto valor e processos de decisão específicos e mais longos, esse setor tem algumas particularidades que precisam ser compreendidas por quem montará a estratégia de marketing.

Uma das particularidades é o fato de que, por ter alto valor agregado, a jornada de compra do consumidor é mais longa, pois existe um amplo processo de decisão e alguns procedimentos burocráticos que precisam ser superados. 

Por isso, a equipe de marketing precisa criar um planejamento para identificar a melhor forma de se comunicar com o público e de gerar o convencimento em relação à compra, criando desejo e otimizando a jornada de compra. 

As estratégias de marketing podem ser aplicadas, por exemplo, no ambiente físico e até levando em conta uma ação em mídias tradicionais.

Dentre os principais produtos e mudanças podemos destacar outdoors, panfletos, filipetas, banners, faixas de divulgação, dentre outros. 

No entanto, cada vez mais, há a necessidade de também aplicar a comunicação digital pois os clientes têm migrado para essas plataformas. 

Nesse cenário, o marketing digital por meio das técnicas de inbound marketing se mostram essenciais para facilitar a comunicação entre empresa e cliente, promovendo uma compra mais rápida. 

Por conta da importância desse tema, vamos explicar como é possível aplicar as estratégias de inbound marketing no setor imobiliário. Acompanhe a seguir!

O que é o inbound marketing?

O primeiro passo neste artigo é compreendermos o que é o inbound marketing. 

Basicamente, o conceito se refere a um conjunto de ações e estratégias da área do marketing, que têm como objetivo atrair os clientes e convertê-los para uma compra de forma menos invasiva.

Nesse caso, existe a produção de conteúdos diversos para os canais da empresa, a imobiliária, como:

  • Criação de material para os blogs;
  • Publicação de vídeos e fotos em redes sociais;
  • Envio de email marketing segmentado;
  • Criação de landing page e formulários para captação de dados;
  • Criação de conteúdos promocionais.

Existem 3 fases do inbound marketing que são voltadas para o relacionamento e evolução do potencial cliente ao longo da jornada.

São elas a atração dos clientes, seja por meio de um conteúdo relevante ou redes sociais; a conversão dessa pessoa em lead (visando o avanço no processo de compra); e, por fim, a manutenção de um bom relacionamento com o usuário e a efetivação da compra.

Esse é um investimento importante para a empresa porque aumenta a visibilidade, diminui o custo de aquisição do cliente e atrai os clientes em potencial mais alinhados ao negócio e mais probabilidade de fechar negócio. 

Estratégias de inbound marketing para sua imobiliária 

Após compreender o que é o inbound marketing e como ele pode ser colocado em prática, abordaremos 4 processos da estratégia que podem ser aplicados em sua imobiliária para otimizar os resultados em marketing. São elas:

  • Geração de leads;
  • Qualificação de leads ;
  • Segmentação de leads; 
  • Produção de conteúdos para a tomada de decisão. 

Os leads são os clientes em potencial da empresa, ou seja, são pessoas que começaram o contato com sua imobiliária e demonstraram algum interesse pelo negócio.

Esse interesse pode ser desde saber mais sobre os conteúdos da sua empresa até o interesse em um imóvel específico, por exemplo.

No marketing digital, você precisa lidar com diferentes tipos de público, respeitando a jornada do cliente e suas fases, bem como os interesses desses sub-nichos, inclusive no momento de atraí-los, na primeira etapa da jornada.

Estratégias no decorrer da jornada

Um dos primeiros desafios é gerar leads qualificados, ou seja, fazer com que o internauta que acessa o seu site e seja um potencial cliente deixe um contato, cadastrando um email ou preenchendo uma landing page. 

Por isso, esse conteúdo precisa ser rico e relevante para o potencial consumidor. 

Quando esse usuário começa a demonstrar interesse pelo negócio, existe a qualificação e nutrição de leads por meio de conteúdo mais aprofundado e segmentado. 

A qualificação e segmentação de leads andam de mãos dadas, já que o mesmo conteúdo pode não servir para todos os clientes da sua empresa. 

Aqui é importante saber as dores de cada nicho para evocar a solução que sua imobiliária traz para cada grupo, como status, segurança, conforto, etc.

O quarto critério é realizar a produção de conteúdos que educam e trazem segurança para a tomada de decisão.

É importante que essa produção de conteúdo seja feita a partir da jornada de compra de cada cliente, entendendo também critérios ligados ao ambiente digital, como as técnicas de SEO, inserção de palavras-chave, link building e meta descrição. 

A partir dessas dicas, é importante investir em marketing digital e estratégias de inbound para sua imobiliária.

Isso deve ser feito para divulgar o negócio, mas não só os imóveis disponíveis. A ideia deve ser abordar também outros tópicos, como dicas sobre a escolha da casa ideal, formas de aquisição, decoração, dentre outros temas que se relacionam com a área e sejam de interesse do público.

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Big Data e Mercado Imobiliário: qual a relação?

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Tendo em vista um mercado cada vez mais competitivo e um público mais e mais exigente e conectado, é imperativo que os players do mercado imobiliário invistam na contínua modernização de seus processos e se apropriem das incontáveis oportunidades que surgem a partir da correta e inteligente utilização de dados.

Seja para direcionar os esforços de suas equipes, melhor conhecer o perfil, as necessidades e o momento de compra de seus clientes ou ainda para, a partir de análises e projeções baseadas em dados, terem a possibilidade de  desenvolver e entregar produtos cada vez mais condizentes com as necessidades de seus possíveis clientes.

Ainda que inerente à implementação de uma cultura de dados hajam desafios, utilizar ferramentas adequadas, que deem suporte a tais iniciativas, podem suavizar o processo e impulsionar os resultados. Pensando nisso, esse artigo foi preparado para que você, agente imobiliário, entenda essa tendência que pode alavancar as suas vendas de forma escalada. Confira!

O que é Big Data?

Trazido à público em 2005 pelo então gerente de dados da O’Relly, Roger Magoulas, o termo Big Data se refere não apenas a um grande volume de dados, mas também à variabilidade desses dados, à velocidade na qual são gerados, sua veracidade e o valor a eles agregado.

A variabilidade se refere à diversidade de fontes e formatos nos quais se produzem tais dados, podendo estes, serem advindos tanto de formulários e planilhas, como de diferentes sistemas e dispositivos.

Já a velocidade é uma característica intrínseca ao termo e diz respeito ao ritmo com o qual os diferentes tipos de dados são gerados e atualizados, ou seja, não basta haver um grande acúmulo de dados, estes devem estar sujeitos a um rápido crescimento, sendo justamente estes fatores os que tornam imprescindível a validação dos dados a fim de garantir a veracidade destes, com o intuito de encontrar possíveis inconsistências e anomalias, mas também a fim de questionar se esses dados ainda correspondem à realidade.

Ainda relacionado ao conceito de Big Data está a noção de valor; isso porque dados são apenas dados. Embora potencialmente ricos em informação, eles precisam ser garimpados ou, fazendo uso do termo corrente, minerados através de processos, ferramentas e técnicas que, finalmente, transformarão tais dados brutos em conhecimento útil para os negócios.

Aplicações gerais de Big Data

Uma vez que Big Data trata-se de um volume massivo de dados oriundos das mais diversas fontes possíveis, este também possui as mais diversas aplicações, já que a natureza dos dados varia de acordo com o ramo de atuação da organização, seja ela privada ou governamental.

Sendo assim, Big Data pode ser utilizado para analisar o volume do tráfego de veículos ou o padrão de crimes praticados em diferentes horários em determinada região de uma cidade, ou ainda prever alagamentos ou mapear o alcance de danos causados por abalos sísmicos, dando oportunidade para que novas políticas públicas de enfrentamento às situações observadas sejam criadas.

Pode, ainda, apoiar estratégias de cultivo no agronegócio, bem como sustentar decisões guiadas por dados em empresas de diferentes segmentos.

Portanto,  o objetivo principal do Big Data é extrair valor de dados, permitindo que destes se obtenham insights úteis para tomada de decisões, já que utilizando-se de técnicas de Big Data, é possível observar padrões nos dados que não se revelariam de outra maneira, possibilitando um entendimento e planejamento mais acertivo dos negócios.

Para que isso seja possível, geralmente estão envolvidos modelos de Machine Learning (Aprendizagem de Máquina) que tem um papel crucial na tarefa de revelar padrões ocultos, de difício detecção até mesmo para os mais atentos e experientes olhares humanos, possibilitando a apropriação de informações que, se bem utilizadas, podem torna-se uma vantagem competitiva importante.

Qual a relação entre Big Data e Mercado Imobiliário?

Assim como observado em outros âmbitos do mundo dos negócios, o setor imobiliário também pode se beneficiar dos avanços em Big Data. É sabido que “vende melhor quem domina a informação” e, uma vez que Big Data diz respeito à obtenção e enriquecimento de dados, transformando-os em informação útil, quem melhor investir em ferramentas e profissionais de Big Data, estarão à frente.

No mundo cada vez mais virtualmente conectado, a internet tornou-se o principal meio de acesso à informação de boa parte das pessoas. Segundo pesquisa realizada em 2021 pelo grupo de comunicação jornalística Poder Data, 43% das pessoas buscam informação por esse meio, número que já ultrapassa veículos tradicionais de comunicação como a televisão, rádio e jornal impresso.

Pesquisas realizadas pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação – CETIC, apontam o crescimento no número de internautas no país que, com a expansão da web 2.0, não apenas consomem informações, como também as geram. Em cada clique, em cada busca, cada curtida, as pessoas estão gerando muitos gigabytes de dados. Rastros que indicam suas opiniões, preferências e necessidades.

Desse modo, saber como utilizar esses dados, ajudará a traçar um perfil mais detalhado e seguro dos possíveis compradores, conhecendo quem são, o que buscam e, de forma mais assertiva, qual o elemento motivador da compra, podendo-se assim, ser capaz de fazer a entrega perfeita. Dito de outra maneira, a todo momento as pessoas estão dizendo que tipo de imóvel buscam e quais suas necessidades.

Entretanto, isso é dito de forma implícita, através das pistas que deixam na rede. Portanto, acessar e compreender essas pistas pode ajudar as construtoras na própria definição de seus produtos, sendo possível antever demandas e apresentar propostas inovadoras, uma vez conhecidas as reais necessidades de seu público-alvo.

Iniciativas nesse sentido têm sido implementadas, como é o caso da DataClick, que realizou um projeto no qual utilizou dados de leads e clientes dispersos em diferentes sistemas de uma incorporadora, reunindo-os e os analisando a fim de compreender suas características  que melhor se relacionavam com os produtos disponíveis.

A iniciativa promoveu a venda de cerca de 20% de um empreendimento, antes do lançamento, apenas utilizando de forma inteligente a base de dados a qual já dispunham, demonstrando que nem sempre é preciso utilizar grandes volumes de dados obtidos de fontes externas, mas que o próprio negócio já pode reunir muitos dados que, possivelmente, têm sido subestimados.

Dados no app Facilita

O app Facilita dispõe de vários recursos que dão suporte a uma gestão guiada por dados, dos quais podemos citar os relatórios em Excel que, a partir do painel da aplicação web,  permite exportar  diferentes relatórios nos formatos xlsx ou csv,  que possibilitam uma visão detalhada concernente a clientes, reservas, leads e ainda outras como funil de vendas, negócios, etc.

Valendo lembrar que, uma vez exportados, a maneira como esses dados serão utilizados depende da técnica e criatividade daquele que os manejará, podendo ser utilizados diretamente em editores digitais de planilhas, como MS Excel, Google sheets e outros, ou transformados em fontes de dados para aplicações de business inteligence, como Gogle Data Studio e Power BI.

Para aqueles, no entanto, que desejam utilizar visualizações de dados em forma de dashboards, o aplicativo Facilita conta com soluções BI desenhadas para suprir demandas no gerenciamento de vendas e marketing que se encontram acessíveis diretamente via painel web.

Essas visões foram projetadas para apresentar de forma clara e inteligente, informações como a distribuição dos negócios no funil, valores de negociações, produtividade de equipes, taxa de conversão por origem, tempo médio e perfil demográfico das vendas, entre outras, contando ainda com a calculadora de leads que, com base na taxa de conversão do funil, calcula quantos leads serão necessários gerar para que se alcance a meta de vendas estabelecida.

Além de soluções para integração e entrega de dados como o webhook e a API Pública Facilita, há também, soluções que conferem maior liberdade para usuários que desejam manipular dados de forma mais especializada.

É o caso da Fonte de Dados para BI que, após um pré-processamento por parte do Facilita, possibilita a entrega de dados diretamente ao cliente através de um endpoint, a partir do qual o cliente pode obter e analisar dados, utilizando ferramentas e técnicas com as quais já está habituado.

Há ainda, a opção de utilizar, a um nível mais avançado, o DataLake Facilita, que entrega toda a gama de dados armazenada no processo de vendas, sem qualquer pré-processamento, evitando o enviesamento dos dados e possibilitando um leque muito maior de aplicações e obtenção de insights por meio destes.

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