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Mercado Imobiliário

61% das empresas do imobiliário preferem inovar em processos internos

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Uma pesquisa realizada pela Deloitte e Terracotta Ventures mostra que 61% das empresas do mercado imobiliário e construção civil apostam em inovação dos processos internos para melhorar sua eficiência operacional.

A pandemia mostrou o quanto a digitalização é necessária no mercado imobiliário e, neste período de isolamento, a transformação digital foi acelerada. Assim, a inovação, a tecnologia e os processos se tornaram importantes aliados para alavancar os resultados do setor.

O estudo mostra que 39% das incorporadoras já possuem uma estratégia de inovação definida e que o comportamento do consumidor é um dos pontos principais no planejamento dessas estratégias. Confira os resultados neste artigo!

Construtoras já contam com uma estratégia de inovação

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Segundo uma pesquisa da Mckenzie, o mercado imobiliário é um dos setores mais atrasados em transformação digital no mundo. A pandemia apenas reforçou o quanto agilidade, flexibilidade e tecnologia são essenciais para as empresas do setor.

O estudo da Deloitte e Terracotta Ventures aponta que somente 39% das construtoras e incorporadoras possuem uma estratégia de inovação definida. Ou seja, ainda há muito espaço para mudanças, aprimoramento de processos e, claro, para a digitalização no setor.

Fatores como vantagem competitiva, efetividade nas operações e escala dos resultados são os principais motivos para as empresas apostarem no novo. As soluções que têm surgido podem ser o grande diferencial na recuperação dos setores de construção e imobiliário.

Como as construtoras estão inovando?

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A pesquisa aponta que a transformação de processos internos está entre as principais estratégias de inovação do setor. Ou seja, as empresas estão repensando seus processos para deixá-los cada vez mais simples, rápidos e eficientes.

Como é o caso do processo comercial de incorporadoras, loteadoras e imobiliárias, que por muito tempo sofreram com um processo lento e burocrático. Elas enxergam no processo digital a chance de eliminar a papelada, centralizar informações e melhorar a comunicação entre todos os agentes da venda.

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O processo de venda digital não traz benefícios apenas para corretores e gestores, mas também para o cliente final, que tem toda sua jornada de compra facilitada. Segundo a pesquisa, 51% das empresas pensam na experiência do cliente ao planejar estratégias de inovação.

Afinal, o consumidor está cada vez mais exigente, informado e quer que o fechamento do negócio seja rápido e eficiente. Assim, as construtoras e incorporadoras estão repensando processos para surpreender aqueles que sonham em ter a casa própria.

O resultado disso é que 28% das empresas do mercado imobiliário estão inovando em seus canais de venda para fechar mais negócios. Com a pandemia, não dá para vender como antigamente e esperar os mesmos resultados, não é mesmo?

Tripé da transformação digital

Ao falar sobre inovação, não podemos deixar de lembrar do tripé da transformação digital: pessoas, processos e tecnologia. Vamos usar uma analogia bem simples para mostrar o quão importante é ter esses três pontos alinhados.

Uma empresa rumo à transformação digital é como um avião que precisa chegar ao seu destino. O avião representa a tecnologia. E todos sabemos que avião não voa sozinho. Por isso, como em qualquer viagem, é necessário contar com um piloto, o responsável pelo voo. Nesta analogia, o piloto representa o líder da empresa.

Também não é novidade que o piloto precisa de um plano de voo, que define onde o avião quer chegar e como ele chegará ao destino. Ou seja, o piloto precisa ter um processo bem definido para atingir seu objetivo. O plano de voo, então, representa o processo.

Então, se um avião não tem um piloto ou um plano de voo, ele não chegará a nenhum lugar, certo? Assim funciona com a transformação digital: não basta investir em tecnologia se não houver um líder (piloto) atuante e um plano de voo (processo) bem definido. Os três pilares precisam estar alinhados.

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Tecnologias já aplicadas no setor

Quando o assunto é tecnologia, a pesquisa mostra que sistemas ERPs (como o UAU e o Sienge) são os mais utilizados pelas empresas. Da mesma forma, os dispositivos móveis se destacam, garantindo a mobilidade e eficiência que faltam em processos manuais.

Com o Facilita, por exemplo, corretores possuem todas as informações dos empreendimentos na palma da mão. Além de conseguirem subir documentos dos clientes e enviar propostas do próprio smartphone. Sem necessidade de deslocamento, ligações ou mensagem pelo whatsapp.

Por ser o primeiro aplicativo do mercado imobiliário, o Facilita vem tornando as vendas do setor mais simples, mobile e 100% digital. O app já vem simplificando o processo de mais de 200 empresas em 23 estados do país, com diversos cases de sucesso!

Não deixe de fazer parte desta transformação! Assista nosso vídeo de demonstração ou preencha o formulário abaixo para falar com um de nossos consultores!

A equipe Facilita tem a missão de te ajudar a melhorar processos e se manter atualizado sobre as mudanças do mercado imobiliário. Queremos te ajudar a facilitar seu processo de vendas com conteúdo transformador.

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  2. Pingback: Mercado imobiliário vive uma das melhores fases de sua história – Smartus

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Dicas

5 passos para organizar um lançamento imobiliário de sucesso

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Organizar um lançamento imobiliário exige mais do que uma boa campanha de marketing ou um plantão estruturado. O sucesso desse momento está diretamente ligado à capacidade da empresa em alinhar tecnologia, processos comerciais e estratégias de pré-venda.

A 2ª edição do Panorama de Vendas da Incorporação e Loteamentos confirmou isso com dados relevantes: 43,3% das empresas que mais venderam no Dia D são justamente aquelas que utilizam CRM, pré-venda estruturada e funil digital ativo. Esse comportamento reforça um ponto centra: o lançamento imobiliário é apenas o ponto alto de uma jornada que começa muito antes da data oficial.

Veja abaixo os cinco passos essenciais para garantir um lançamento de sucesso:

1. Estruture o lançamento com foco na jornada de vendas

Um dos principais erros ainda cometidos pelas empresas é iniciar o lançamento com o foco apenas no plantão de vendas. A pesquisa mostra que apenas 4% das empresas (respondentes) vendem 100% das unidades no Dia D, e esse número está diretamente relacionado à maturidade digital e comercial da operação.

Planeje o lançamento como uma jornada contínua, com:

  • Captação antecipada de leads;
  • Campanhas de nutrição por canais como WhatsApp e e-mail;
  • Pré-reserva e aquecimento da base.

Insight do Panorama: Empresas que estruturam a pré-venda digital vendem mais no Dia D e de forma mais saudável, com menos distratos e mais margem.

2. Organize a equipe e a base de leads com o apoio da tecnologia

Segundo o Panorama, 58,7% das empresas já utilizam CRM para acompanhar os leads, enquanto outras 24% ainda usam planilhas ou não têm processos definidos. Esse é um ponto de atenção.

No lançamento, o caos começa quando o time não sabe quem atender, como reservar ou onde registrar a proposta.

  • Use um CRM que centralize os leads e permita reserva em tempo real;
  • Dê acesso aos corretores via aplicativo;
  • Garanta visibilidade sobre os status das unidades, evitando reservas duplicadas.

Com o Facilita, sua equipe visualiza o espelho digital atualizado e envia propostas de forma integrada, acelerando o ciclo comercial do seus lançamento imobiliário.

3. Use o espelho de vendas digital para evitar ruídos

Mais de 75% das empresas vendem até 40% das unidades no Dia D, de forma estratégica, para manter margem e controlar o ritmo de absorção do mercado. No entanto, isso só é possível se o espelho de vendas estiver sempre atualizado e acessível.

  • Implemente um espelho de vendas digital com controle de acesso;
  • Utilize planta interativa com filtros de disponibilidade;
  • Integre o espelho ao CRM, conectando reservas ao funil.

Dado relevante: empresas com estrutura digital são mais ágeis na liberação de novas fases e na atualização da tabela de preços conforme a demanda.

4. Integre marketing, SDR e corretores em um único processo

O Panorama aponta que 34% das empresas acreditam que a chave para vender mais está no marketing, e 30,7% destacam o engajamento da equipe de vendas. O desafio está em fazer essas áreas trabalharem juntas.

  • Estruture o processo com repasse claro de leads;
  • Acompanhe o SLA de atendimento — 48,7% das empresas fazem o primeiro contato em minutos;
  • Alimente o time com informações sobre o comportamento dos leads.

Com o Facilita, o time de marketing capta, o SDR distribui e o corretor vende — tudo dentro de uma mesma plataforma.

5. Acompanhe os dados e otimize em tempo real

O lançamento não termina no primeiro dia. Ele precisa ser monitorado, ajustado e reenergizado constantemente.

  • Avalie os canais que mais converteram (Meta Ads lidera com 69,3%);
  • Analise o custo por lead (quase metade das empresas ainda consegue abaixo de R$ 25);
  • Meça o desempenho por corretor e reforce onde houver gargalos.

Insight estratégico: empresas que acompanham taxa de conversão e ciclo médio de vendas conseguem prever receita e ajustar rota com mais segurança.

Lançamento bem-sucedido se constrói com dados, processos e tecnologia

Não é mais uma questão de sorte ou esforço isolado de vendas. Os melhores resultados surgem quando marketing, pré-venda, equipe comercial e gestão trabalham em conjunto, com tecnologia para suportar decisões em tempo real.

Se você quer estruturar lançamentos mais eficientes, com funil digital completo e controle de ponta a ponta, conheça o CRM mais usado por loteadoras e incorporadoras no Brasil.

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Mercado Imobiliário

MCMV mira a classe média e reacende o debate sobre o futuro do mercado imobiliário

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O cenário habitacional brasileiro acaba de ganhar um novo capítulo com o anúncio da faixa 4 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A medida busca atender famílias com renda mensal entre R$ 8 mil e R$ 12 mil, e promete injetar fôlego em um mercado pressionado por juros altos, queda na renda real e aumento no preço dos imóveis.

Com a criação dessa nova faixa, o teto de financiamento passará dos atuais R$ 350 mil para R$ 500 mil, ampliando o acesso da classe média ao crédito habitacional com juros mais competitivos do que os praticados pelos bancos, na casa dos 10% ao ano.

Um programa habitacional para além da baixa renda

A decisão do Governo Federal, embora criticada por alguns setores, mira diretamente um público que enfrenta dificuldade para financiar imóveis dentro das faixas de preço mais comuns nas grandes cidades. A classe média, cada vez mais espremida entre o custo de vida crescente e o acesso restrito ao crédito, pode encontrar na faixa 4 uma alternativa viável para viabilizar a compra da casa própria.

Segundo o governo, serão disponibilizados R$ 20 bilhões em crédito, sendo R$ 15 bilhões do Fundo Social do Pré-Sal e R$ 5 bilhões da Caixa Econômica Federal. Além disso, R$ 3 bilhões devem ser destinados a uma nova linha de crédito para reformas de imóveis, com juros estimados em 3% ao mês.

A conta não fecha: imóveis sobem mais que a renda

Dados recentes mostram como o sonho da casa própria tem se tornado mais distante para muitas famílias. O Índice FipeZap revela que o preço médio dos imóveis residenciais no Brasil subiu 25,8% nos últimos 5 anos. Em 2019, um apartamento de 45m² custava, em média, R$ 323 mil. Em 2024, esse valor passou para mais de R$ 407 mil. Já a renda média do brasileiro subiu apenas 10,18% no mesmo período.

Com esse descompasso, o fator preço se consolida como o mais importante na busca por um imóvel: 98% dos entrevistados do Anuário DataZAP afirmaram priorizar esse critério.

O impacto dos juros: onde estamos e para onde vamos?

Outro ponto de atenção está na recente elevação da taxa Selic para 14,25%. Historicamente, esse movimento influencia o aumento dos juros imobiliários, ainda que em menor intensidade se comparado a outras modalidades de crédito.

Segundo especialistas, um aumento de 1 ponto percentual na Selic pode elevar em até 0,43 ponto percentual os juros de financiamento imobiliário no prazo de seis meses. O impacto tende a ser mais sentido por famílias de renda média, justamente o público-alvo da faixa 4 MCMV.

O alerta do setor: gargalo na liberação de crédito

Mesmo com o estímulo ao financiamento habitacional, o setor alerta para possíveis atrasos na concessão de crédito em 2025. A Caixa Econômica Federal enfrentou dificuldades no ano passado e pode repetir o cenário, considerando o crescimento de 42% no valor dos lançamentos voltados ao médio e alto padrão, conforme dados da Abrainc.

A entidade defende o estímulo a investimentos institucionais, como FGTS e fundos de pensão, para garantir liquidez e evitar uma possível retração do setor.

Requalificação urbana e tendências de centralidade

Paralelamente às discussões sobre financiamento, o debate urbanístico também se intensifica. Em editorial recente, o jornal O Globo chamou atenção para distorções históricas do MCMV, que prioriza a construção de habitações em áreas periféricas com pouca infraestrutura.

A proposta de repensar a política habitacional caminha no sentido de estimular projetos em regiões centrais, com mais acesso a transporte, serviços e qualidade de vida. Um exemplo disso é o Programa Requalifica Centro, da Prefeitura de São Paulo, que planeja abrigar até 220 mil moradores no centro da cidade até 2031, por meio de incentivos fiscais e simplificação de regras.

A digitalização como aliada da agilidade no mercado

Nesse cenário de transformação urbana e crescimento do volume de lançamentos, a tecnologia surge como um diferencial competitivo. Um levantamento do governo do estado de São Paulo mostra que a digitalização dos processos de aprovação de projetos reduziu em 23 dias o tempo médio de análise, de 131 para 108 dias.

Para as incorporadoras e loteadoras, esse ganho de tempo é essencial para responder à demanda de forma mais ágil e eficiente. Ferramentas digitais, como CRMs imobiliários com foco em funil de vendas, propostas e assinaturas eletrônicas, tornam-se ainda mais indispensáveis para quem deseja escalar operações sem perder o controle.

O que tudo isso significa para o mercado?

Com a faixa 4 do MCMV e o aumento da atenção à classe média, novas oportunidades se abrem para loteadoras, incorporadoras e imobiliárias. No entanto, essas oportunidades virão acompanhadas de desafios: aprovação de crédito, viabilidade de projetos, reorganização urbana e necessidade de eficiência operacional. O mercado imobiliário está diante de um novo ciclo. Quem souber combinar entendimento das políticas públicas, dados de mercado e uso de tecnologia estará melhor posicionado para liderar esse novo momento.

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Dicas

5 dicas para otimizar a abordagem comercial

Será que sua empresa está otimizando tempo e equipe para fazer ações mais efetivas e baratas, e vender mais imóveis? A regra básica você já sabe: Treinar → Vender → Lucros

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Será que sua empresa está otimizando tempo e equipe para fazer ações mais efetivas e baratas, e vender mais imóveis? A regra básica você já sabe:

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