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Mercado Imobiliário

Crise do Coronavírus: como gestores e corretores estão agindo?

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O novo coronavírus se espalhou rapidamente e, recentemente, chegou ao Brasil.  A covid-19 possui fácil transmissão e é por isso que estamos tomando medidas para prevenir um surto da doença: se certificando que o sistema de saúde consiga atender pacientes com sintomas mais graves ou a população de risco.

Assim, uma série de eventos do mercado imobiliário foram adiados e as equipes comerciais estão sendo orientadas a trabalhar de casa.

O objetivo do artigo não é falar sobre o coronavírus. Caso queira saber mais sobre a transmissão, sintomas e sua gravidade, indicamos a página oficial do Ministério da Saúde sobre o tema.

Mas como isso vai impactar os resultados da sua construtora? Quais as alternativas para minimizar os prejuízos? Afinal, não podemos esperar a crise passar para nos preparar para vender. Neste artigo, vamos mostrar como sua equipe pode atuar em meio à crise do coronavírus. Vem com a gente!

Marcus Araújo e a série Covid-19 no Imobiliário

Nosso parceiro, Marcus Araújo, criou um série de vídeos falando sobre como o mercado imobiliário está reagindo à crise do coronavírus. O que incorporadores e corretores estão fazendo para minimizar os prejuízos? Clique nas imagens para conferir!

Coronavírus prejudica construtoras com processos manuais

Sabemos que o toque físico, o compartilhamento de objetos e a aglomeração de pessoas em lugares fechados são as formas mais fáceis de contaminação. Por isso, um processo de vendas manual é preocupante em meio a essa crise do coronavírus.

Imagine uma imobiliária que possui um processo completamente analógico: utiliza papel, os corretores precisam ficar se deslocando de um lugar a outro e as conversas precisam ser presenciais. As chances de contaminação são altas, certo?

Seja pelo papel, pela caneta, por maçanetas ou até apertos de mão, o vírus pode viver em uma superfície durante muitos dias. Então, precisamos ter atenção redobrada e seguir todas as recomendações para evitar que ele se alastre.

Mas qual seria uma solução para esses processos manuais?

É nas crises que aprendemos, que inovamos, que vamos atrás de novas soluções… O coronavírus é só mais um motivo pelo qual você entenderá que trabalhar com processos manuais não faz sentido no momento em que estamos vivendo.

Não há dúvidas: todos ainda estão se adaptando a essa crise, mas construtoras que contam com tecnologia possuem mais facilidade para estruturar os processos de trabalho remoto. Confira como nossos clientes estão utilizando o Facilita neste período!

Como clientes Facilita estão agindo em meio a crise

Pense em um novo cenário: gestores recebendo propostas digitalmente para aprovação; corretores reagendando visitas e registrando tudo em um sistema único; correspondentes bancários fazendo devolutivas sobre análise de crédito virtualmente para as construtoras.

Completamente diferente do cenário anterior, certo? A chance de transmissão entre esses profissionais é mínima.

Com a tecnologia, mesmo que seja desafiador controlar a equipe remotamente, nossos clientes possuem facilidade em adaptar seus processos. Afinal, construtoras com processos manuais precisarão parar nos próximos dias.

Denis Augusto, Coordenador Comercial da EuroAmérica Incorporações, conta que está incentivando sua equipe comercial a conhecer e explorar toda a capacidade do CRM.

Ele sabe que, muito além de oferecer informações de produtos, o CRM ajuda no registro de atendimento ao cliente e na criação de tarefas futuras para follow ups. Ótima possibilidade de evoluir negociações e melhorar ações de marketing. Confira seu depoimento.

Você precisa parar de gerar leads?

A maior dúvida dos gestores comerciais é “Devo parar de gerar leads neste período?”. A resposta é “Não”! Embora as pessoas não estejam saindo de casa e esteja preocupadas com o coronavírus, elas continuam querendo comprar imóveis.

Essa pode ser uma oportunidade de se conectar melhor com os prospects, independente de visitas presenciais. Para isso, você pode usar ligações, whatsApp e reuniões em videoconferência para munir ao máximo seus clientes com informação sobre os empreendimentos.

Manual para corretores em tempos de coronavírus

Nos dias de trabalho remoto, as campanhas de marketing continuam e os profissionais de pré-atendimento e corretores podem focar 100% em oferecer um atendimento de excelência para os clientes. Confira as ações indicadas no trabalho remoto!

Qualificação de leads e apresentação de empreendimentos

Caiu um lead? Essa é a parte mais tranquila de se fazer remotamente. A equipe de pré-atendimento ou corretores que fazem esse primeiro contato não se prejudicam com o trabalho remoto.

Talvez não seja possível marcar uma visita presencial no momento, mas em plataformas como o Zoom, por exemplo, é possível passar todas as informações do empreendimento (imagens, plantas, detalhes da vizinhança) para o cliente.

Em uma reunião, os corretores podem compartilhar a tela do Facilita, para passar por todos os pontos importantes, como quantidade de quartos, metragem, fase da obra, faixa de preço, além das imagens da planta e do decorado.

Os corretores podem ainda simular propostas de forma remota com cliente, dando início a negociação e enviar documentos dos clientes para a análise de crédito dos correspondentes bancários. Vender um imóvel de forma remota é mais fácil do que parece.

Aproveite para fazer os follow ups

Tem algum cliente que resolveu dar uma pensadinha? Você ligou algumas vezes e ele não atendeu? Essa é a hora de dar andamento para evoluí-lo no funil. Se você tem muitos leads esperando para tomar uma decisão, essa é a oportunidade de estudar as objeções e oferecer uma solução! Coloque seus follow ups em dia!

Retome o contato com oportunidades futuras

Sabe aquele lead que pediu para ligar depois de seis ou oito meses? Este é o momento ideal para saber como estão suas condições de compra atuais. Na correria do dia a dia, é fácil esquecer de dar retorno para eles. Existem muitas oportunidades para aproveitar!

Última atualização do manual: 22/04

Manual para gestores em tempos de coronavírus

E o gestor? O que pode fazer no trabalho remoto, além do apoio que já fornece a sua equipe comercial? Confira as principais atividades:

Aprovação de reservas e propostas

A aprovação de reservas e propostas no Facilita funciona de forma 100% digital. Por isso, esse é um ótimo momento para confirmar se existem reservas pendentes, se todos os campos das propostas foram devidamente preenchidos e dar o feedback para a equipe pelo próprio Facilita. Essa é uma tarefa que pode ser feita tranquilamente em sua casa.

Analisar o funil de vendas e as taxas de conversão

Você pode aproveitar esse momento, longe de toda a correria do dia a dia, para verificar as taxas de conversão do seu funil de vendas. Analise os números de acordo com o produto ou de acordo com a equipe responsável.

Assim, fica fácil verificar o desempenho das equipes comerciais. Tente entender como os leads estão avançando pelo funil ao longo dos meses e se alguma equipe está precisando de um apoio mais firme.

Confira os materiais de venda dos empreendimentos

Os materiais de venda dos empreendimentos são o principal ativo para corretores iniciarem uma venda. Por isso, revise todos os materiais de publicidade, principalmente as imagens dos empreendimentos, vídeos e tour 360, para ajudá-los a engajar os leads. Os materiais estão atualizados?

Uma informação pode fazer total diferença no atendimento ao cliente. Certifique-se de que toda a sua equipe conheça bem o empreendimento que está vendendo e possa tirar as dúvidas dos seus clientes.

Dê apoio a toda a sua equipe comercial

Sua equipe tem dificuldade para simular fluxos de pagamento? Eles estão precisando desenvolver sua habilidade de negociação? Esse é o momento para trabalhar os pontos fracos da equipe por de meio de ligações ou videoconferência. Afinal, o espírito é se movimentar ao máximo para voltarmos a rotina com tudo!

O que achou das dicas? Está mais confiante em seus resultados agora? Dá sim para diminuir os impactos causados pelo coronavírus. E se você tem o apoio da tecnologia, vai passar por esse período de forma mais preparada e com menos prejuízo possível.

Agora se você não possui tecnologia no seu processo de vendas, está passando da hora de investir, melhorar seu atendimento, agilizar suas vendas e simplificar a experiência do cliente.

Clique no banner abaixo para baixar o manual prático para gestores em tempos de Covid-19! O manual será atualizado constamente!

Última atualização do manual: 22/04

Curadoria de conteúdo: coronavírus no imobiliário

Estamos preocupados em trazer informações confiáveis sobre os impactos do covid-19 no mercado imobiliário. Por isso, esta é uma sessão reservada para indicação de notícias, reportagens e informações de outros canais ou veículos de comunicação.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção está fazendo uma cobertura especial das informações sobre o coronavírus. Para acessar informações de como a construção civil está enfrentando a pandemia, clique aqui.

Já a Abrainc produziu uma cartilha com medidas anunciadas pelo governo para incorporadoras avançarem durante a crise do covid-19. No conteúdo você pode conferir medidas econômicas, trabalhistas e atualizações sobre a Medida Provisória 931/2020. Confira aqui!

A Folha de S. Paulo divulgou uma matéria apontando que, embora o setor imobiliário esteja  adiando novos lançamentos, a perspectiva é otimista. Os plantões de vendas virtuais têm crescido e  é esperado que consumidores entendam a compra de um imóvel como um investimento seguro.

Segundo uma notícia do portal Publicidade Imobiliária, corretores de imóveis receberão o benefício criado pelo Projeto de Lei 1066/20, que permite o repasse de três parcelas de 600 reais aos brasileiros mais necessitados. Leia aqui!

Uma pesquisa especial da Secovi-SP aponta os impactos do coronavírus no mercado imobiliário. Em duas lives, eles já divulgaram os impactos da covid-19 imobiliárias e negócios focados em loteamentos. Assista e fique por dentro das novidades.

Compartilhe o artigo com a sua equipe comercial e não deixe de salvar o link deste conteúdo. A ideia é atualizar ele diariamente. Vamos juntos nesta luta contra o coronavírus!

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3 Comments

3 Comments

  1. Marcio

    3 de maio de 2020 at 03:49

    Muito bom seu artigo e obrigado pelas dicas

  2. o poder do chá de sumiço pdf Emanuel Hallef

    24 de dezembro de 2020 at 18:30

    Parabéns pelo blog. Irei acompanhar. 14525618

  3. resumos de novela

    11 de janeiro de 2021 at 23:16

    Artigo interessante, irei até retornar ao seu site com mais
    frequência, para mais artigos como estes. Obrigado. 🙂

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Mercado Imobiliário

Confira as perspectivas para o mercado imobiliário em 2023

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Sabemos que 2022 mal acabou e o mercado já mira o próximo ano, o que é natural e importante para o alinhamento de expectativas e planejamento dos agentes envolvidos na cadeia. Com o segundo semestre cheio de esperanças e novidades para o mercado imobiliário, 2023 promete ser o ano da reorganização do setor.

Considerando o aprendizado deste ano que foi iniciado com a economia estagnada e previsões cautelosas de crescimento no país como um todo, fomos surpreendidos positivamente com os resultados do setor de imóveis. 

Os olhares estão também, voltados para o desenhar de um novo governo na presidência, Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições e “retoma a cadeira”, segundo para o seu 3º mandato (PT). Uma coisa é certa, independentemente do contexto político, o mercado imobiliário deve seguir como grande impulsionador da roda econômica do Brasil.

Para lhe ajudar nessa preparação, elaboramos este conteúdo que trará insights e tendências para o mercado imobiliário em 2023. Acompanhe!

As vendas imobiliárias nos últimos anos

Para bem pensarmos o ano de  2023 é bom trazermos um retrospecto sobre como foi o comportamento do mercado imobiliário nos últimos 3 anos, marcados pela pandemia da Covid-19 e a crise econômica. 

Vejamos, no ano de 2021, o setor se manteve aquecido, os resultados dos indicadores da ABRAINC em parceria com a FIPE apontaram que, com os lançamentos e vendas em alta, foi desencadeada uma grande conquista, com um avanço de 30,1% nas unidades comercializadas no 2º trimestre de 2021, representando um aumento de 25,9% em relação ao mesmo período de 2020,  findando esse como o melhor semestre da série histórica.

Em 2022 o mercado imobiliário apresentou um aumento de 42% em lançamentos no último trimestre móvel, novembro, dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Os números confirmam as previsões positivas para a expansão do setor, que se manteve estável, especialmente, pela performance do segmento de Médio e Alto Padrão. 

Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras e imobiliárias (ABRAINC) em parceria com a Deloitte, os resultados do mercado imobiliário no segundo trimestre de 2022 apesar da leve retração em demandas foram positivos, o que se dá em grande parte pelo Casa Verde e Amarela (CVA), após as medidas de manutenção do programa do governo. 

No primeiro semestre de 2022, o número de novos imóveis comercializados no Brasil aumentou 18% em comparação com o mesmo período de 2021. Ao todo, foram vendidas 87.655 unidades nos seis primeiros meses do ano.

Em uma pesquisa desenvolvida pela Brain Inteligência Estratégica e Abrainc, 82% das construtoras e incorporadoras elegeram como maior vilão de 2022 o custo dos materiais de construção. Entretanto, 62% dos participantes acreditam que em 2023 o mercado estará melhor que agora. 

Um marco importante que evidencia o momento positivo é o aumento de 3,5 pontos em setembro do Índice de Confiança da Construção, chegando ao maior nível desde o ano de 2012.

Reajustes na taxa Selic

A alta da inflação foi determinante para o aumento decorrente da Selic, que em janeiro de 2021 era de 2% ao ano, o menor patamar da história do país. O ciclo de reajuste no valor da Taxa Básica de Juros chegou a 13,75% ao ano, a décima primeira alta consecutiva.

O presidente da ABRAINC, Luiz França, diz que apesar do aumento nos juros, há boas perspectivas para o setor, pois a taxa dos financiamentos imobiliários é atrelada à remuneração da poupança e a mesma não irá subir na proporção da Selic.

Novo presidente, como fica o imobiliário em 2023?

Como já apontado anteriormente, o mercado imobiliário é um forte impulsionador na roda econômica do Brasil, ou seja, independentemente do cenário político, o desenvolvimento imobiliário implica diretamente na renda do país.

Voltando nosso olhar para os dois mandatos anteriores de Luís Inácio na presidência, construtoras de baixa renda tendem a ser as mais beneficiadas com esse terceiro governo. Já que, desde a campanha presidencial, o presidente eleito sinalizou o seu desejo em seguir com o programa habitacional Casa Verde e Amarela, inclusive, foram postas várias vezes pelo político o retorno do nome Minha casa Minha Vida, nome concedido ao programa durante o governo do mesmo.

O segmento de alto padrão que protagonizou nos últimos anos, por outro lado, talvez sofra retração, mas devemos considerar sempre o histórico de resiliência do segmento. De maneira geral, a reação dos agentes imobiliários seguem moderadas com os resultados da eleição presidencial.

O que esperar do mercado imobiliário em 2023?

Como falamos, para o ano de 2023, a tendência é que as negociações de compra e venda continuem crescendo e de forma exponencial. Isso porque, o mercado imobiliário é um segmento bastante sólido no Brasil, sendo uma classe de ativos consolidada e que sempre foi vista como uma reserva de valor, principalmente quando falamos de imóveis residenciais.

Muitos brasileiros, quando as crises surgem, o imóvel continua lá, oferecendo rendimentos e lucros. Na passagem do ano de 2021 para 2022 a venda de imóveis registrou aumento de 46,1%, como aponta a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Para o ano de 2023, a expectativa é que haja a continuidade desse movimento, com novos lançamentos de empreendimentos

Incorporadoras e imobiliárias que atuam no setor de todo o país estão apresentando estratégias e técnicas utilizadas para aplicarem no próximo ano.

O comportamento do consumidor mudou!

Vender um imóvel é sempre um processo repleto de desafios, principalmente devido à grande concorrência, nem sempre é fácil atrair e manter a atenção do consumidor. Além disso, a jornada de compra do consumidor mudou com a chamada “Era Digital”, onde as pessoas passaram a ter acesso a informações com mais facilidade e agilidade. 

O consumidor nunca teve acesso a tantas informações. Com uma simples pesquisa na internet é possível encontrar várias alternativas de apartamentos, casas e lotes, assim como informações relevantes para a compra. Nesse sentido, é essencial entender a jornada do cliente e saber como fidelizá-lo em cada etapa.

O processo de decisão de compra de um imóvel, por exemplo, é algo extremamente complexo que percorre por todas as etapas da jornada de compra do novo consumidor. A medida que o comportamento de compra se modifica, as ações para fechar vendas e fidelizar clientes se transformam para melhor atender às necessidades da clientela, ou pelo menos deveriam.

Diante dessa realidade, é essencial encontrar formas de se conectar com o cliente não só em 2023, mas desde já! Sempre com transparência e oferecendo o que o consumidor realmente precisa.

O impacto da tecnologia no mercado imobiliário

Nos últimos anos, a tecnologia se tornou a veia dos processos de vendas de vários setores da economia e, por isso, o mercado imobiliário tem procurado se inserir cada vez mais na transformação digital.

De acordo com uma pesquisa da Brain Inteligência estratégica, mais de 50% dos compradores de imóveis no Brasil passam amplamente pelo processo digital antes de efetivar a compra.

A combinação entre processo de vendas,  ferramentas de gestão e CRM tem se tornado uma estratégia cada vez mais importante para potencializar as vendas no mercado imobiliário.

Com diversas oportunidades de vendas surgindo a todo instante e esforços simultâneos realizados pelos corretores, é fundamental organizar todo o fluxo de trabalho e procurar por soluções que viabilizem a automatização dos processos comerciais da empresa.

Além disso, o novo consumidor está cada vez mais impulsionado pela aceleração do mercado e o corretor precisa estar com todas as informações sobre os empreendimentos na palma da mão se quiser fechar negócio. Portanto, o segredo é um atendimento personalizado e ágil para fidelizar esse cliente.

O lançamento digital, por exemplo, é uma nova modalidade, que tem funcionado bastante no mercado imobiliário. Com ele, as etapas da venda são digitalizadas, visando mais agilidade e eficiência.

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Mercado Imobiliário

Como aplicar as estratégias de Inbound marketing no setor imobiliário?

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O marketing é essencial para todos os setores que desejam obter credibilidade e diferencial no mercado. Um deles é o setor imobiliário, que fica responsável pela venda de imóveis, inclusive aqueles com alto valor agregado. 

Por lidar com bens de alto valor e processos de decisão específicos e mais longos, esse setor tem algumas particularidades que precisam ser compreendidas por quem montará a estratégia de marketing.

Uma das particularidades é o fato de que, por ter alto valor agregado, a jornada de compra do consumidor é mais longa, pois existe um amplo processo de decisão e alguns procedimentos burocráticos que precisam ser superados. 

Por isso, a equipe de marketing precisa criar um planejamento para identificar a melhor forma de se comunicar com o público e de gerar o convencimento em relação à compra, criando desejo e otimizando a jornada de compra. 

As estratégias de marketing podem ser aplicadas, por exemplo, no ambiente físico e até levando em conta uma ação em mídias tradicionais.

Dentre os principais produtos e mudanças podemos destacar outdoors, panfletos, filipetas, banners, faixas de divulgação, dentre outros. 

No entanto, cada vez mais, há a necessidade de também aplicar a comunicação digital pois os clientes têm migrado para essas plataformas. 

Nesse cenário, o marketing digital por meio das técnicas de inbound marketing se mostram essenciais para facilitar a comunicação entre empresa e cliente, promovendo uma compra mais rápida. 

Por conta da importância desse tema, vamos explicar como é possível aplicar as estratégias de inbound marketing no setor imobiliário. Acompanhe a seguir!

O que é o inbound marketing?

O primeiro passo neste artigo é compreendermos o que é o inbound marketing. 

Basicamente, o conceito se refere a um conjunto de ações e estratégias da área do marketing, que têm como objetivo atrair os clientes e convertê-los para uma compra de forma menos invasiva.

Nesse caso, existe a produção de conteúdos diversos para os canais da empresa, a imobiliária, como:

  • Criação de material para os blogs;
  • Publicação de vídeos e fotos em redes sociais;
  • Envio de email marketing segmentado;
  • Criação de landing page e formulários para captação de dados;
  • Criação de conteúdos promocionais.

Existem 3 fases do inbound marketing que são voltadas para o relacionamento e evolução do potencial cliente ao longo da jornada.

São elas a atração dos clientes, seja por meio de um conteúdo relevante ou redes sociais; a conversão dessa pessoa em lead (visando o avanço no processo de compra); e, por fim, a manutenção de um bom relacionamento com o usuário e a efetivação da compra.

Esse é um investimento importante para a empresa porque aumenta a visibilidade, diminui o custo de aquisição do cliente e atrai os clientes em potencial mais alinhados ao negócio e mais probabilidade de fechar negócio. 

Estratégias de inbound marketing para sua imobiliária 

Após compreender o que é o inbound marketing e como ele pode ser colocado em prática, abordaremos 4 processos da estratégia que podem ser aplicados em sua imobiliária para otimizar os resultados em marketing. São elas:

  • Geração de leads;
  • Qualificação de leads ;
  • Segmentação de leads; 
  • Produção de conteúdos para a tomada de decisão. 

Os leads são os clientes em potencial da empresa, ou seja, são pessoas que começaram o contato com sua imobiliária e demonstraram algum interesse pelo negócio.

Esse interesse pode ser desde saber mais sobre os conteúdos da sua empresa até o interesse em um imóvel específico, por exemplo.

No marketing digital, você precisa lidar com diferentes tipos de público, respeitando a jornada do cliente e suas fases, bem como os interesses desses sub-nichos, inclusive no momento de atraí-los, na primeira etapa da jornada.

Estratégias no decorrer da jornada

Um dos primeiros desafios é gerar leads qualificados, ou seja, fazer com que o internauta que acessa o seu site e seja um potencial cliente deixe um contato, cadastrando um email ou preenchendo uma landing page. 

Por isso, esse conteúdo precisa ser rico e relevante para o potencial consumidor. 

Quando esse usuário começa a demonstrar interesse pelo negócio, existe a qualificação e nutrição de leads por meio de conteúdo mais aprofundado e segmentado. 

A qualificação e segmentação de leads andam de mãos dadas, já que o mesmo conteúdo pode não servir para todos os clientes da sua empresa. 

Aqui é importante saber as dores de cada nicho para evocar a solução que sua imobiliária traz para cada grupo, como status, segurança, conforto, etc.

O quarto critério é realizar a produção de conteúdos que educam e trazem segurança para a tomada de decisão.

É importante que essa produção de conteúdo seja feita a partir da jornada de compra de cada cliente, entendendo também critérios ligados ao ambiente digital, como as técnicas de SEO, inserção de palavras-chave, link building e meta descrição. 

A partir dessas dicas, é importante investir em marketing digital e estratégias de inbound para sua imobiliária.

Isso deve ser feito para divulgar o negócio, mas não só os imóveis disponíveis. A ideia deve ser abordar também outros tópicos, como dicas sobre a escolha da casa ideal, formas de aquisição, decoração, dentre outros temas que se relacionam com a área e sejam de interesse do público.

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Mercado Imobiliário

Big Data e Mercado Imobiliário: qual a relação?

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Tendo em vista um mercado cada vez mais competitivo e um público mais e mais exigente e conectado, é imperativo que os players do mercado imobiliário invistam na contínua modernização de seus processos e se apropriem das incontáveis oportunidades que surgem a partir da correta e inteligente utilização de dados.

Seja para direcionar os esforços de suas equipes, melhor conhecer o perfil, as necessidades e o momento de compra de seus clientes ou ainda para, a partir de análises e projeções baseadas em dados, terem a possibilidade de  desenvolver e entregar produtos cada vez mais condizentes com as necessidades de seus possíveis clientes.

Ainda que inerente à implementação de uma cultura de dados hajam desafios, utilizar ferramentas adequadas, que deem suporte a tais iniciativas, podem suavizar o processo e impulsionar os resultados. Pensando nisso, esse artigo foi preparado para que você, agente imobiliário, entenda essa tendência que pode alavancar as suas vendas de forma escalada. Confira!

O que é Big Data?

Trazido à público em 2005 pelo então gerente de dados da O’Relly, Roger Magoulas, o termo Big Data se refere não apenas a um grande volume de dados, mas também à variabilidade desses dados, à velocidade na qual são gerados, sua veracidade e o valor a eles agregado.

A variabilidade se refere à diversidade de fontes e formatos nos quais se produzem tais dados, podendo estes, serem advindos tanto de formulários e planilhas, como de diferentes sistemas e dispositivos.

Já a velocidade é uma característica intrínseca ao termo e diz respeito ao ritmo com o qual os diferentes tipos de dados são gerados e atualizados, ou seja, não basta haver um grande acúmulo de dados, estes devem estar sujeitos a um rápido crescimento, sendo justamente estes fatores os que tornam imprescindível a validação dos dados a fim de garantir a veracidade destes, com o intuito de encontrar possíveis inconsistências e anomalias, mas também a fim de questionar se esses dados ainda correspondem à realidade.

Ainda relacionado ao conceito de Big Data está a noção de valor; isso porque dados são apenas dados. Embora potencialmente ricos em informação, eles precisam ser garimpados ou, fazendo uso do termo corrente, minerados através de processos, ferramentas e técnicas que, finalmente, transformarão tais dados brutos em conhecimento útil para os negócios.

Aplicações gerais de Big Data

Uma vez que Big Data trata-se de um volume massivo de dados oriundos das mais diversas fontes possíveis, este também possui as mais diversas aplicações, já que a natureza dos dados varia de acordo com o ramo de atuação da organização, seja ela privada ou governamental.

Sendo assim, Big Data pode ser utilizado para analisar o volume do tráfego de veículos ou o padrão de crimes praticados em diferentes horários em determinada região de uma cidade, ou ainda prever alagamentos ou mapear o alcance de danos causados por abalos sísmicos, dando oportunidade para que novas políticas públicas de enfrentamento às situações observadas sejam criadas.

Pode, ainda, apoiar estratégias de cultivo no agronegócio, bem como sustentar decisões guiadas por dados em empresas de diferentes segmentos.

Portanto,  o objetivo principal do Big Data é extrair valor de dados, permitindo que destes se obtenham insights úteis para tomada de decisões, já que utilizando-se de técnicas de Big Data, é possível observar padrões nos dados que não se revelariam de outra maneira, possibilitando um entendimento e planejamento mais acertivo dos negócios.

Para que isso seja possível, geralmente estão envolvidos modelos de Machine Learning (Aprendizagem de Máquina) que tem um papel crucial na tarefa de revelar padrões ocultos, de difício detecção até mesmo para os mais atentos e experientes olhares humanos, possibilitando a apropriação de informações que, se bem utilizadas, podem torna-se uma vantagem competitiva importante.

Qual a relação entre Big Data e Mercado Imobiliário?

Assim como observado em outros âmbitos do mundo dos negócios, o setor imobiliário também pode se beneficiar dos avanços em Big Data. É sabido que “vende melhor quem domina a informação” e, uma vez que Big Data diz respeito à obtenção e enriquecimento de dados, transformando-os em informação útil, quem melhor investir em ferramentas e profissionais de Big Data, estarão à frente.

No mundo cada vez mais virtualmente conectado, a internet tornou-se o principal meio de acesso à informação de boa parte das pessoas. Segundo pesquisa realizada em 2021 pelo grupo de comunicação jornalística Poder Data, 43% das pessoas buscam informação por esse meio, número que já ultrapassa veículos tradicionais de comunicação como a televisão, rádio e jornal impresso.

Pesquisas realizadas pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação – CETIC, apontam o crescimento no número de internautas no país que, com a expansão da web 2.0, não apenas consomem informações, como também as geram. Em cada clique, em cada busca, cada curtida, as pessoas estão gerando muitos gigabytes de dados. Rastros que indicam suas opiniões, preferências e necessidades.

Desse modo, saber como utilizar esses dados, ajudará a traçar um perfil mais detalhado e seguro dos possíveis compradores, conhecendo quem são, o que buscam e, de forma mais assertiva, qual o elemento motivador da compra, podendo-se assim, ser capaz de fazer a entrega perfeita. Dito de outra maneira, a todo momento as pessoas estão dizendo que tipo de imóvel buscam e quais suas necessidades.

Entretanto, isso é dito de forma implícita, através das pistas que deixam na rede. Portanto, acessar e compreender essas pistas pode ajudar as construtoras na própria definição de seus produtos, sendo possível antever demandas e apresentar propostas inovadoras, uma vez conhecidas as reais necessidades de seu público-alvo.

Iniciativas nesse sentido têm sido implementadas, como é o caso da DataClick, que realizou um projeto no qual utilizou dados de leads e clientes dispersos em diferentes sistemas de uma incorporadora, reunindo-os e os analisando a fim de compreender suas características  que melhor se relacionavam com os produtos disponíveis.

A iniciativa promoveu a venda de cerca de 20% de um empreendimento, antes do lançamento, apenas utilizando de forma inteligente a base de dados a qual já dispunham, demonstrando que nem sempre é preciso utilizar grandes volumes de dados obtidos de fontes externas, mas que o próprio negócio já pode reunir muitos dados que, possivelmente, têm sido subestimados.

Dados no app Facilita

O app Facilita dispõe de vários recursos que dão suporte a uma gestão guiada por dados, dos quais podemos citar os relatórios em Excel que, a partir do painel da aplicação web,  permite exportar  diferentes relatórios nos formatos xlsx ou csv,  que possibilitam uma visão detalhada concernente a clientes, reservas, leads e ainda outras como funil de vendas, negócios, etc.

Valendo lembrar que, uma vez exportados, a maneira como esses dados serão utilizados depende da técnica e criatividade daquele que os manejará, podendo ser utilizados diretamente em editores digitais de planilhas, como MS Excel, Google sheets e outros, ou transformados em fontes de dados para aplicações de business inteligence, como Gogle Data Studio e Power BI.

Para aqueles, no entanto, que desejam utilizar visualizações de dados em forma de dashboards, o aplicativo Facilita conta com soluções BI desenhadas para suprir demandas no gerenciamento de vendas e marketing que se encontram acessíveis diretamente via painel web.

Essas visões foram projetadas para apresentar de forma clara e inteligente, informações como a distribuição dos negócios no funil, valores de negociações, produtividade de equipes, taxa de conversão por origem, tempo médio e perfil demográfico das vendas, entre outras, contando ainda com a calculadora de leads que, com base na taxa de conversão do funil, calcula quantos leads serão necessários gerar para que se alcance a meta de vendas estabelecida.

Além de soluções para integração e entrega de dados como o webhook e a API Pública Facilita, há também, soluções que conferem maior liberdade para usuários que desejam manipular dados de forma mais especializada.

É o caso da Fonte de Dados para BI que, após um pré-processamento por parte do Facilita, possibilita a entrega de dados diretamente ao cliente através de um endpoint, a partir do qual o cliente pode obter e analisar dados, utilizando ferramentas e técnicas com as quais já está habituado.

Há ainda, a opção de utilizar, a um nível mais avançado, o DataLake Facilita, que entrega toda a gama de dados armazenada no processo de vendas, sem qualquer pré-processamento, evitando o enviesamento dos dados e possibilitando um leque muito maior de aplicações e obtenção de insights por meio destes.

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