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Mercado Imobiliário

Tudo sobre financiamento imobiliário

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Dentro da sociedade é comum encontrar alguns sonhos compartilhados entre os mais variados perfis, como encontrar um emprego alinhado aos seus interesses ou o sonho da casa própria. No caso do segundo, um financiamento imobiliário ganha atenção.

Esse é um método comum de ser adotado pelas pessoas em busca de se ter acesso ao capital necessário para adquirir um dos patrimônios vistos como de maior importância dentro do mercado e da sociedade diante da sua frequente valorização.

Afinal, trata-se de uma propriedade de grande valor por contar como uma das necessidades do ser humano em relação a ter acesso a uma moradia adequada. Mas além disso, a aquisição de um imóvel também pode contar com outros objetivos ali estipulados.

Entre eles a abertura de um negócio próprio, como um escritório de finanças voltado à área de estruturação financeira, que necessita de uma boa localização no mercado e em um ponto que seja acessível ao público tido como a audiência-alvo de tal negócio.

Além de muitos outros propósitos que podem estar associados à compra de um imóvel, até mesmo como uma ação de investimento, como a aquisição de diferentes residências para lucrar com a sua venda, ou para se ter acesso a uma renda constante de aluguel.

Tudo ao acompanhar a valorização contínua que pode ser encontrada em relação à compra de um imóvel, fazendo desse um dos mercados que está sempre em processo de valorização, sendo uma das poucas áreas capazes de se recuperar de crises econômicas.

Conforme se provou no passado, em um cenário no qual o serviço de empresas relacionadas à área, como uma empresa construção e reforma, passaram a ter uma grande importância no mercado por serem companhias essenciais para o setor imobiliário.

O mesmo podendo ser dito pelas empresas de cunho financeiro, que oferecem ao público caminhos para se ter acesso ao seu almejado objetivo de ter acesso a um imóvel próprio, retirando assim qualquer tipo de preocupação com valores de aluguel, por exemplo.

Um objetivo que pode ser conquistado com o auxílio de um financiamento imobiliário, investimento esse no qual o próprio mercado financeiro pode ajudar alguém a ter acesso à sua sonhada casa própria.

Os detalhes de um financiamento imobiliário

Esse tipo de financiamento funciona de maneira não muito distinta em relação a um empréstimo bancário, contudo essa aplicação está voltada a um uso exclusivo, que é na compra de um imóvel, contando assim com índices taxativos específicos para tal objetivo.

Atuando então como um contrato de crédito voltado direto para a aquisição de um imóvel, um serviço mantido por diferentes instituições bancárias com o objetivo de lucrar com um negócio de certa estabilidade diante de uma avaliação de imoveis valor.

No qual a valorização desse mercado está associada a diversos fatores, mas entre eles é possível destacar a busca constante da população pela aquisição de um imóvel seu, seja para dar início a uma vida em família ou somente buscar por um endereço melhor.

Para o lado das entidades financeiras, esse tipo de financiamento se mostra positivo não só por causa da alta procura por tal tipo de patrimônio, mas também pelo maior índice de pagamento dos clientes diante da importância dada em manter essa posse específica.

Para o cliente, a procura por tal tipo de financiamento se dá por um número amplo de benefícios, entre eles:

  • Acesso rápido ao imóvel;
  • Prestações a longo prazo;
  • Possibilidade de usar o FGTS como entrada;
  • Economia no dinheiro que seria gasto no aluguel.

Um conjunto de vantagens que faz com que alguém procure por um serviço de financiamento imobiliário até mesmo para se garantir uma melhor gestão de patrimonio familiar a ponto de deixar algo de valor para os seus filhos por meio de um imóvel.

Um tipo de serviço que pode facilitar o acesso a uma casa própria em relação a outros métodos mais demorados, como acumular o dinheiro completo para a compra do seu imóvel, algo que exige um esforço enorme até mesmo diante da desvalorização da moeda.

Fora os gastos mensais com o pagamento de um aluguel, que seria melhor administrado caso essa quantia constante passasse a ser direcionada diretamente para a aquisição do seu patrimônio imobiliário.

Tudo isso por meio de um serviço que funciona a partir do apontamento de um imóvel a ser adquirido, com o cliente responsabilizando-se pelo pagamento de um valor de entrada, além das condições apresentadas em relação à quitação das parcelas seguintes.

Até mesmo o capital inicial pode ser negociado caso um indivíduo recorra a serviços de financiamento do governo, como o Minha Casa Minha Vida, programa que vem sendo reestruturado no país em um novo formato conhecido como o Casa Verde e Amarela.

Uma aplicação financeira que é mantida por uma comum parceria entre o setor de construção, por meio de uma empresa de gestão de obras, com a área de serviços financeiros, estabelecidos por um banco ou entidade financeira de atuação similar.

Serviço que pode ser de grande importância para que um indivíduo consiga arcar com o seu objetivo de adquirir um imóvel residencial, sendo importante então conhecer o passo a passo por trás do funcionamento desse investimento e como você pode se aplicar a ele.

Como recorrer a um financiamento imobiliário?

Para se ter acesso a esse programa de investimento, cabe a um indivíduo ter atenção a uma série de conceitos estabelecidos por tal tipo de programa de forma a garantir a proteção de ambos os lados presentes nessa negociação em particular.

É preciso estar adequado acerca dos conceitos estabelecidos pelas empresas que atuam com esse tipo de serviço financeiro.

Tudo para se ter acesso a tal tipo de aplicação, assim como outras finalidades que envolvam um empréstimo bancário, como o acesso ao capital necessário para estabelecer um projeto rede de distribuição em sua companhia em processo de renovação estrutural.

Entre as etapas para se conquistar isso, é válido destacar:

Estar alinhado às condições de um empréstimo

Para participar desse tipo de programa de financiamento, um cliente precisa atender uma série de pré-requisitos iniciais, sendo eles:

  • Ter mais de 18 anos;
  • Apresentar formas de comprovar sua renda;
  • Ter um bom crédito no mercado;
  • Estar livre de restrições de crédito pelo Serasa ou SPC.

Tópicos que devem ser obtidos antes mesmo de se procurar por companhias que trabalham com esse tipo de financiamento para não receber uma resposta negativa logo de cara.

Simulações de financiamento

Com todos os pré-requisitos alcançados, é possível para um indivíduo agora se informar com companhias que atuam na área imobiliária, tendo uma confiança maior de que uma linha de crédito poderá ser garantida a esses indivíduos em particular.

E tamanho o número de diversas instituições financeiras que atuam com esse serviço, é importante realizar múltiplas simulações antes de definir sobre qual empresa pode ser a melhor para dar início a esse investimento de acordo com as condições apresentadas.

Cadastramento no programa financeiro

Após analisar com atenção a situação do mercado, é chegado o momento de definir qual instituição pode ser a mais adequada para se dar início a esse projeto de financiamento de um imóvel.

Por meio dos seus dados pessoais apresentados, essa companhia pode analisar a sua pontuação de crédito no mercado de acordo com o seu histórico financeiro, de forma a garantir a liberação de uma linha de crédito para a compra de um imóvel.

Avaliação do imóvel

Após garantir a aprovação para participar de um financiamento imobiliário, é chegado o momento de escolher o imóvel em si que será seu, com o valor dessa aplicação estando associada a diversas características associadas a esse imóvel.

Tais como a presença de um serviço de portaria terceirizada, a quantidade de cômodos, a localização dessa propriedade, além de outro conceitos que interferem no valor desse patrimônio a ser adquirido.

Definição de valores a serem pagos

Após a escolha de um imóvel específico, é apresentado o valor necessário para adquiri-lo, o que envolve o valor a ser dado como entrada, o número de parcelas, além de outros conceitos que irão impactar no valor mensal a ser quitado por um indivíduo.

Sendo importante trabalhar ao lado de uma consultoria tributária responsável por olhar com atenção o contrato oferecido, incluindo o tipo de juros aplicados, como na presença de juros pré ou pós-fixados, associados a um possível aumento futuro nessa taxa tributária.

Um conceito que precisa ser visto com atenção para que não ocorra nenhum tipo de surpresa negativa em relação a esse investimento.

Quitação do financiamento

Após o pagamento de todas as suas parcelas, é possível afirmar que um indivíduo passa a ter a propriedade exclusiva de imóvel, tudo a ser formalizado por meio de um termo de quitação de contrato, documento que prova a conclusão de qualquer tipo de débito.

Depois de formalizados todos esses processos, a aquisição da sua tão almejada casa própria estará bem próxima.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Mercado Imobiliário

Os principais ensinamentos do mercado imobiliário de Alto Padrão de Nova York e Dubai: Live com Sergio Langer

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O evento “Os principais ensinamentos do mercado imobiliário de Alto Padrão de Nova York e Dubai” aconteceu na tarde do dia 18 de agosto, transmitida pelo youtube do App Facilita, de modo 100% online e gratuito para construtoras, incorporadoras, loteadoras, imobiliárias e corretores que atuam ou desejam atuar no alto padrão.

A live contou com a participação do Sergio Langer, idealizador da “Missão Alto Padrão & Luxo”, além de criador e apresentador do “Vem pra mesa”, o podcast n. 1 do mercado imobiliário. 

Para fechar a mesa, Glauco Farnezi, fundador e CEO do App Facilita, trouxe sua experiência com mais de 18 anos de trabalho no mercado imobiliário ajudando construtoras, incorporadoras, loteadoras e imobiliárias a terem um processo de vendas simples, mobile e 100% digital.

O bate-papo trouxe estratégias e insights sobre como funciona o segmento de alto padrão, discutindo o comportamento está a venda de imóveis de alto padrão no Brasil?

  • Universo do alto padrão: O que os clientes procuram?
  • Principais estratégia de Marketing para esse nicho
  • O que fazer antes de lançar um empreendimento de alto padrão?
  • Qual o perfil dos corretores de imóveis de alto padrão?

A conversa também permeou sobre a imersão da “Missão Alto Padrão & Luxo”, onde são aplicadas conteúdos lições práticas com as principais referências  desse mercado. Uma imersão que conta com visitas aos principais empreendimentos de luxo do mercado de São Paulo e workshops ministrados por especialistas da área.

Confira o que rolou no evento:

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Mercado Imobiliário

Saque do FGTS tem efeito incerto na economia

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Nos últimos dias temos visto movimentações no mercado imobiliário sobre os efeitos do saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popularmente conhecido pela sigla FGTS. Figuras como Luiz Antonio França, presidente da Associação de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) apontam que esse tipo de medida não vai promover o crescimento do Brasil. 

De modo geral, o setor enxerga que o estímulo paliativo à crise gerada pela pandemia traz alívio momentâneo, mas tem efeito incerto na economia. Acompanhe os detalhes neste artigo!

Afinal, por que o FGTS interfere na economia?

Sabemos que o FGTS foi criado, em síntese, visando a proteção do trabalhador em situações de demissão sem justa causa, mantendo uma reserva na Caixa Econômica Federal, sendo esse valor descontado do salário mensal do contribuinte.

Com o tempo uma série de critérios para saque do FGTS foram criadas, tendo por principais: casos de demissão sem justa causa, doenças graves e compra da casa própria.

Além disso, o governo passou a permitir “saque aniversário e saque emergencial”, essa ação freia a alta inflação sendo considerada pilar de sustento de investimentos em serviços públicos, entretanto tende a incertezas na economia apontando ser de curta duração.

O presidente da ABRAINC, Luiz Antonio França, aponta:

“São esses recursos que sustentam os investimentos nos serviços públicos que atendem principalmente a população de baixa renda, sem a necessidade de investimento estatal, além de responderem pela geração de dois milhões de empregos ao ano”

França, salienta ainda: 

“Se o que desejamos é um país mais igualitário, não podemos omitir dos argumentos sobre a destinação desse recurso que ele também segue regras claras de uso, permitir a continuidade de projetos sociais que o governo não tem como arcar sem essa fonte”

Temos acompanhado que, principalmente pelo agravante da crise econômica e sanitária provocada pela pandemia, muitas famílias estão com grandes dificuldades para atender até mesmo as necessidades mais básicas.

Como reflexão é importante voltarmos o olhar para a questão de que reeditar medidas do FGTS vem a ser uma solução paliativa, mas não resolve a problemática da economia do país.

Como fica o saneamento básico e infraestrutura urbana?

A ampliação dos objetivos da Lei 13.932/2019 que regulamenta o FGTS, preocupa a geração de trabalho e receita orçamentária de municípios que não possuem fundos para substituir o aporte financeiro do FGTS. 

Além disso, a ausência de investimento pode interferir no programa habitacional Casa Verde e Amarela (CVA), o qual tem como função social viabilizar melhores condições de vida para brasileiros de baixa renda.

Atualmente o segmento CVA tem se destacado no mercado imobiliário, que com as recentes alterações no texto da medida provisória 1.107/22 ampliou o prazo máximo de financiamento (30 para 35 anos). Nesse meio tempo os depósitos do FGTS realizados por parte dos empregadores servem de garantia nas prestações de financiamentos imobiliários. Essa iniciativa mostra que a construção civil é uma peça importante nessa retomada da economia.

O cenário para as construtoras

Independentemente da decisão final em relação ao aporte do FGTS, o mercado imobiliário segue sendo um pilar para sustentar a economia brasileira. O setor já demostrou sua importância e se mantem em crescimento mesmo com a alta da inflação e a crise em um contexto geral. 

Para o incorporador, é importante avaliar os processos que já vem sendo adotados nas vendas imobiliárias e que estão surtindo efeitos positivos. Nesse sentido, podemos destacar a importância da tecnologia como aliada na gestão imobiliária, trazendo soluções para otimização do processo da venda de imóveis.

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Mercado Imobiliário

Decreto gera polêmica e é revogado no dia seguinte: e agora corretor?

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Um novo decreto foi publicado no dia 9 de agosto pelo presidente da república Jair Bolsonaro, tratava-se de uma medida para redução de custos relacionados às atividades do mercado imobiliário associadas a compra, venda e locação de imóveis. 

O Decreto nº 11.165, altera a Lei nº 6.530 promulgada em 1978, que diz sobre a regulamentação da profissão de corretor de imóveis. O documento já estava em vigor e determinava que algumas atividades não seriam mais exclusivas aos profissionais corretores de imóveis. 

A mudança gerou polêmica no setor e fez com que muitos associados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) se questionassem sobre os efeitos dessa decisão para a profissão. Diante da repercussão, a medida foi revogada em menos de 24 horas depois da promulgação.

Mas até que ponto os corretores podem ser afetados? Será esse o fim da profissão como conhecemos hoje? Continue a leitura deste artigo e confira mais detalhes!

O que mudaria com o Decreto?

O Decreto nº 11.165 sancionado na última terça-feira (09/08), alterou o Decreto nº 81.871 de junho de 1978, o qual regulamenta a Lei nº 6.530 de maio do mesmo ano. 

A medida modificou a regulamentação da profissão de Corretor de Imóveis, flexibilizando atividades que antes, em conformidade com a legislação, eram exercidas somente por profissionais devidamente registrados no Creci.

A contar da data de publicação do decreto passaram a vigorar novas regras nas intermediações das ações de negociações associadas a compra, venda e locação de imóveis.

Conforme descrito no Art. 2º, serviços chamados “auxiliares” não competiriam mais exclusivamente aos corretores licenciados, descritos nos incisos I, II, III, IV. São eles:

I – publicidade ou marketing imobiliário;

II – atendimento ao público;

III – indicação de imóveis para intermediação;

IV – publicação, hospedagem em sítio eletrônico ou divulgação na internet de imóveis à venda ou para locação.

A justificativa é que a mudança viria para promover segurança jurídica e reconhecimento frente às inovações do setor, gerando também, diminuição da burocracia e maior receita ao reduzir custos nas transações imobiliárias. 

Ainda, o texto tornava excludente tabelas para definição de valores cobrados no exercício da corretagem de duas atribuições, adequado ao Art 3º é dada abertura à livre negociação de honorários. 

Repercussão do Decreto e opinião do Cofeci

Houve pronunciamento por parte  do presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro, que se colocou totalmente indignado com a promulgação do decreto Decreto de nº 11.165, o qual coincidiu com a data de realização do Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário, evento mais conhecido pela sigla ENBRACI. 

O Cofeci enxergou que tal medida foi uma afronta à categoria de trabalho e o presidente da entidade chegou a pronunciar em público que a ação se tratava de “canalhice”.

Diante da grande repercussão negativa, em menos de 24 horas depois o decreto foi revogado pelo presidente da república. As medidas que haviam sido aprovadas favoreciam empresas da construção civil do Sindicato da Habitação na Internet (Secovi). 

Além disso,  as plataformas digitais imobiliárias também seriam beneficiadas diretamente, visto que haveria dispensa da obrigatoriedade de registro no Creci em atividades “auxiliares”, como mencionado anteriormente.

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