Mercado Imobiliário

API pública: o que é, como funciona e para que serve?

publicado à 4 dias ago

por Elen Duarte

API

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Sua empresa usa CRM, ERP, plataformas de marketing ou sistemas próprios?

Se a resposta for sim, esses sistemas provavelmente precisam trocar informações.

É nesse ponto que entra uma API pública.

API pública é uma interface que permite que sistemas diferentes troquem dados e executem ações de forma estruturada.

Assim, uma aplicação pode consultar, enviar ou atualizar informações em outra plataforma.

Porém, essa comunicação acontece dentro de regras e permissões definidas.

No mercado imobiliário, uma API pode ajudar a conectar CRM, ERP, plataformas de atendimento, sistemas próprios e outras soluções.

Além disso, ela pode reduzir cadastros repetidos e processos manuais.

Por isso, entender como uma API funciona é importante para empresas que querem ter uma operação mais integrada.

O que significa API?

API é a sigla para Application Programming Interface.

Em português, significa Interface de Programação de Aplicações.

O nome parece técnico.

Porém, o conceito é simples.

Uma API funciona como uma ponte entre dois sistemas.

De um lado, existe uma aplicação que precisa de uma informação.

Do outro, existe o sistema que possui essa informação.

A API define como essa comunicação deve acontecer.

Assim, um sistema não precisa acessar diretamente toda a estrutura interna do outro.

O que é API pública?

Uma API pública é uma interface disponibilizada para que desenvolvedores externos possam criar integrações.

Porém, isso não significa que os dados estejam disponíveis para qualquer pessoa.

Uma API pública pode exigir autenticação, autorização e permissões específicas.

Portanto, o termo “pública” está relacionado à possibilidade de integração externa.

Não significa banco de dados aberto.

No Facilita, a API Pública permite que desenvolvedores autorizados criem soluções utilizando recursos e dados disponibilizados pela plataforma.

Como funciona uma API?

O funcionamento pode ser resumido em quatro etapas.

Primeiro, um sistema faz uma solicitação.

Depois, a API recebe esse pedido.

Em seguida, o sistema responsável processa a solicitação.

Por fim, uma resposta retorna para a aplicação que fez o pedido.

O fluxo pode ser representado assim:

Sistema A → API → Sistema B → API → Sistema A

Tudo isso pode acontecer de forma automática.

Além disso, o processo costuma levar poucos segundos.

O que são requisição e resposta?

Esses dois termos aparecem com frequência quando falamos de APIs.

A requisição é o pedido enviado por um sistema.

Já a resposta é o retorno recebido.

Imagine, por exemplo, que um sistema precise consultar os dados de um cliente.

Primeiro, ele envia uma requisição.

Depois, a API processa o pedido.

Por fim, retorna as informações permitidas.

Assim, os dois sistemas conseguem se comunicar.

O que é um endpoint?

Endpoint é outro termo comum em integrações.

Ele representa um endereço específico dentro de uma API.

Cada endpoint costuma estar relacionado a uma ação ou recurso.

Por exemplo, uma API pode possuir endpoints para:

  • consultar informações;
  • criar registros;
  • atualizar dados;
  • buscar determinados recursos.

Porém, cada API possui sua própria estrutura.

Por isso, a equipe técnica precisa consultar a documentação antes de começar o desenvolvimento.

O Facilita possui uma documentação técnica da API, que serve como referência para desenvolvedores.

API pública significa que qualquer pessoa pode acessar os dados?

Não.

Esse é um dos pontos mais importantes deste artigo.

A palavra “pública” pode causar confusão.

Porém, uma API pública não significa acesso irrestrito.

No Facilita, apenas desenvolvedores autorizados podem utilizar a API Pública.

Além disso, a comunicação acontece entre o Facilita e os sistemas desenvolvidos para os clientes.

Portanto, existe controle sobre quem acessa o recurso.

Também existem regras sobre quais informações podem ser utilizadas.

Quais são os tipos de API?

Existem diferentes formas de classificar uma API.

Entre as mais comuns estão as APIs públicas, privadas e de parceiros.

API pública

Ela permite que desenvolvedores externos criem integrações.

Porém, o acesso continua seguindo regras definidas pelo fornecedor.

API privada

É usada dentro de uma empresa ou ambiente restrito.

Nesse caso, normalmente apenas equipes ou sistemas internos possuem acesso.

API de parceiros

É disponibilizada para empresas ou parceiros específicos.

Assim, a integração acontece dentro de uma relação comercial definida.

Apesar das diferenças, todas podem possuir autenticação e controle de acesso.

Para que serve uma API pública?

O principal objetivo é fazer sistemas diferentes trabalharem juntos.

Imagine uma incorporadora que utiliza um CRM e um sistema próprio.

Sem integração, a equipe pode precisar cadastrar a mesma informação duas vezes.

Além disso, uma alteração feita em um sistema pode não chegar ao outro.

Isso gera retrabalho.

Também pode gerar divergências.

Com uma API, os sistemas podem trocar informações de forma estruturada.

Assim, parte desse processo pode ser automatizada.

Como uma API pode ser usada no mercado imobiliário?

O mercado imobiliário utiliza várias ferramentas ao mesmo tempo.

Uma empresa pode ter:

  • CRM;
  • ERP;
  • plataforma de marketing;
  • sistema financeiro;
  • assinatura digital;
  • pagamentos;
  • portais imobiliários;
  • sistema próprio.

Por isso, a integração entre essas ferramentas se torna cada vez mais importante.

Uma API pode ajudar, por exemplo, quando uma informação precisa sair do CRM e chegar a outro sistema.

Também pode funcionar no caminho contrário.

Além disso, uma empresa pode criar uma solução própria conectada ao CRM.

Nesse cenário, a API funciona como a ponte entre as duas plataformas.

Quais são os benefícios de uma API pública?

Uma integração bem construída pode trazer vários ganhos.

Entre eles estão:

  • reduzir cadastros duplicados;
  • automatizar a troca de informações;
  • conectar sistemas diferentes;
  • diminuir controles paralelos;
  • reduzir tarefas manuais;
  • criar soluções personalizadas;
  • manter processos mais integrados;
  • ampliar as possibilidades de automação.

Porém, a API não resolve tudo sozinha.

É necessário desenvolver a integração.

Além disso, a empresa precisa definir quais dados serão utilizados e como o processo deve funcionar.

API elimina o trabalho manual?

Ela pode reduzir bastante o trabalho manual.

Porém, isso depende do processo.

Imagine que uma equipe copie todos os dias informações de um CRM para outro sistema.

Nesse caso, uma integração pode automatizar essa tarefa.

Assim, a equipe deixa de repetir o mesmo trabalho.

Por outro lado, algumas etapas ainda podem exigir análise humana.

Portanto, a API automatiza a comunicação.

Ela não substitui todas as decisões da operação.

API pode reduzir retrabalho?

Sim.

Esse é um dos principais benefícios.

Sem integração, a mesma informação pode ser digitada várias vezes.

Depois, alguém ainda precisa conferir se os dados estão corretos.

Se existir alguma divergência, a equipe precisa corrigir.

Com uma integração, parte desse fluxo pode acontecer automaticamente.

Assim, a empresa reduz tarefas repetitivas.

Além disso, diminui o risco de inconsistências entre sistemas.

O que é a API Pública do Facilita?

A API Pública do Facilita permite que desenvolvedores autorizados criem soluções conectadas à plataforma.

Segundo o Facilita, o recurso pode ser utilizado por desenvolvedores que trabalham nas empresas clientes e precisam construir integrações utilizando recursos e dados disponibilizados pelo sistema.

Portanto, a API amplia as possibilidades de conexão com sistemas externos.

Isso pode ser útil, principalmente, quando a empresa possui uma necessidade específica.

O que é possível fazer com a API do Facilita?

A publicação original deste artigo já apresentava a API como uma forma de consultar, gravar e atualizar informações entre diferentes sistemas.

Porém, os recursos disponíveis podem evoluir.

Por isso, a equipe técnica sempre deve consultar a documentação da API do Facilita.

Assim, o desenvolvimento começa com informações atualizadas.

Além disso, a equipe consegue entender quais recursos estão disponíveis para integração.

Quem pode usar a API Pública do Facilita?

O recurso é voltado para desenvolvedores autorizados.

Ou seja, normalmente existe a participação de uma equipe de tecnologia.

Esse profissional consulta a documentação.

Depois, entende quais recursos estão disponíveis.

Em seguida, desenvolve a integração.

Além disso, o acesso respeita as regras definidas para a API.

Por isso, a empresa não recebe acesso irrestrito a toda a plataforma.

API e integração pronta são a mesma coisa?

Não.

Uma integração pronta já foi desenvolvida para conectar duas ferramentas específicas.

Nesse caso, grande parte do trabalho técnico já existe.

Já uma API oferece os recursos necessários para que uma nova integração seja desenvolvida.

Por isso, antes de criar algo do zero, vale verificar se a conexão já está disponível.

O Facilita possui um ecossistema de integrações com soluções de marketing, ERP, telefonia, inteligência artificial, pagamentos, assinaturas digitais e outros sistemas.

API pública ou integração pronta: qual escolher?

A escolha depende da necessidade.

Primeiro, verifique se já existe uma integração pronta.

Se existir, ela pode ser o caminho mais simples.

Porém, se sua empresa possui um sistema próprio, uma API pode fazer mais sentido.

Além disso, algumas operações precisam de regras muito específicas.

Nesse caso, uma integração personalizada pode oferecer mais flexibilidade.

A lógica pode ser simples:

Existe integração pronta?
Avalie essa opção primeiro.

Existe uma necessidade específica?
Considere uma integração via API.

O problema é uma automação entre ferramentas?
Uma plataforma de automação também pode ajudar.

API, N8N e Zapier são a mesma coisa?

Não.

A API é uma interface de comunicação.

Já N8N e Zapier são ferramentas usadas para criar automações e conectar sistemas.

O Facilita apresenta tanto a API Pública quanto N8N e Zapier entre suas soluções de integração.

Cada opção atende a um cenário diferente.

Uma automação simples pode ser criada com uma ferramenta pronta.

Porém, uma integração mais específica pode exigir desenvolvimento via API.

Por isso, a escolha deve partir do processo.

Como saber se minha empresa precisa de uma API?

Observe primeiro as tarefas repetitivas.

Sua equipe cadastra os mesmos dados em mais de um sistema?

É necessário exportar e importar informações com frequência?

A empresa possui uma plataforma própria?

Existem dados que precisam circular automaticamente entre sistemas?

Se a resposta for sim, vale avaliar uma integração.

Porém, isso não significa que a API seja sempre a primeira opção.

Antes, confira as integrações já disponíveis no Facilita.

Caso a conexão desejada não exista, a API pode ser uma alternativa.

Como começar uma integração via API?

Comece pelo problema.

Não comece pela tecnologia.

Por exemplo:

“Precisamos evitar o cadastro duplicado dos clientes.”

Essa é uma necessidade clara.

Depois, identifique quais sistemas participam do processo.

Em seguida, defina quais informações precisam circular.

Também determine quando essa troca deve acontecer.

Por fim, a equipe técnica pode avaliar a API.

Assim, o desenvolvimento começa com um objetivo real.

O que a equipe de tecnologia precisa avaliar?

A documentação é o primeiro ponto.

Além disso, a equipe deve analisar:

  • autenticação;
  • permissões;
  • recursos disponíveis;
  • formato dos dados;
  • tratamento de erros;
  • regras de negócio;
  • frequência das requisições;
  • segurança da integração.

Outro ponto importante é pensar nas falhas.

Imagine que um dos sistemas fique indisponível.

O que acontece com os dados?

A integração tenta novamente?

Existe algum registro do erro?

Essas definições fazem parte de um bom projeto.

Uma API pode trazer mais segurança?

Uma API pode oferecer uma forma controlada de comunicação.

Porém, a segurança depende de como ela é implementada.

Por isso, autenticação e autorização são fundamentais.

Além disso, cada integração deve acessar apenas o necessário.

No Facilita, a API Pública é restrita a desenvolvedores autorizados.

Assim, o acesso ocorre dentro das regras definidas para o recurso.

API ajuda a integrar CRM e ERP?

Pode ajudar.

Porém, primeiro vale verificar se a integração já existe.

O Facilita já possui integrações com ERPs do mercado imobiliário, incluindo UAU, Sienge, Informakon e Mega.

Essas integrações ajudam a conectar processos comerciais e administrativos.

Por isso, desenvolver uma nova conexão via API pode não ser necessário em todos os casos.

Se a empresa utiliza outro sistema, então vale avaliar as possibilidades da API.

API ajuda a integrar marketing e vendas?

Também pode.

Porém, novamente, existem integrações prontas.

O Facilita possui conexões com ferramentas e canais utilizados em marketing e geração de leads.

Entre eles estão Meta e RD Station.

Assim, os leads podem entrar no CRM e seguir para o processo comercial.

Caso exista uma necessidade diferente, uma integração personalizada pode complementar esse ecossistema.

API pode integrar sistemas próprios?

Sim.

Esse é um dos cenários em que uma API costuma fazer mais sentido.

Imagine que uma incorporadora tenha desenvolvido uma plataforma interna.

Agora, essa plataforma precisa consultar ou enviar informações para o CRM.

Nesse caso, uma API pode criar essa conexão.

Assim, a empresa preserva seu sistema próprio.

Ao mesmo tempo, consegue integrá-lo ao restante da operação.

API pública e API aberta são a mesma coisa?

Os termos costumam aparecer como sinônimos.

Porém, o mais importante é entender as regras de acesso.

Uma API pode estar disponível para desenvolvedores externos e ainda exigir autorização.

Por isso, não devemos interpretar “aberta” ou “pública” como acesso livre aos dados.

Na prática, é a documentação que define:

  • quem pode acessar;
  • quais recursos estão disponíveis;
  • quais permissões são necessárias;
  • como a autenticação funciona.

Por que integrar sistemas é importante?

Ter várias ferramentas não é necessariamente um problema.

O problema surge quando elas trabalham de forma isolada.

Nesse cenário, uma informação entra no CRM.

Depois, alguém precisa copiá-la para o ERP.

Em seguida, outra equipe atualiza uma planilha.

Assim, surgem vários pontos de controle.

Além disso, cresce o risco de divergências.

A integração ajuda a reduzir essa fragmentação.

Qual é o papel do CRM nesse processo?

A API não substitui um CRM.

São recursos diferentes.

O CRM organiza a operação comercial.

Já a API permite que outros sistemas se comuniquem com ele.

No Facilita, a jornada pode se conectar a diferentes ferramentas usadas pela empresa.

O ecossistema atual inclui integrações com marketing, telefonia, inteligência artificial, ERP, pagamentos, assinaturas e outros sistemas.

Assim, a empresa consegue reduzir processos paralelos.

Perguntas frequentes sobre API pública

O que é uma API pública?

É uma interface que permite que sistemas externos se comuniquem com uma plataforma.

Essa comunicação acontece conforme regras e permissões definidas.

Para que serve uma API?

Ela serve para conectar sistemas.

Assim, aplicações podem trocar informações ou executar ações de forma estruturada.

API pública significa dados públicos?

Não.

Uma API pública pode exigir autenticação e autorização.

Por isso, o acesso aos dados continua controlado.

API e integração são a mesma coisa?

Não.

A API é uma interface.

Já a integração é a solução criada para fazer dois sistemas trabalharem juntos.

Preciso ser desenvolvedor para usar uma API?

Na maioria dos projetos, sim.

APIs são recursos técnicos.

Por isso, geralmente exigem participação de desenvolvedores.

O Facilita possui API Pública?

Sim.

O Facilita possui uma API Pública para integrações desenvolvidas por profissionais autorizados.

Onde encontro a documentação da API do Facilita?

A equipe técnica pode consultar a documentação da API do Facilita.

API é melhor do que uma integração pronta?

Não necessariamente.

Se já existe uma integração pronta, ela pode ser mais simples.

Por outro lado, a API é útil quando a empresa precisa de uma solução personalizada.

Integração começa pelo processo

Uma API pode conectar sistemas.

Porém, uma boa integração começa antes do desenvolvimento.

Primeiro, identifique o problema.

Depois, defina quais informações precisam circular.

Em seguida, escolha os sistemas envolvidos.

Por fim, avalie a melhor forma de conectá-los.

Em alguns casos, uma integração pronta resolve.

Em outros, ferramentas de automação são suficientes.

Já em projetos mais específicos, uma API pública pode oferecer a flexibilidade necessária.

O Facilita reúne diferentes integrações para conectar a jornada de vendas, além de disponibilizar sua API Pública para projetos autorizados.

Por isso, antes de criar planilhas ou processos paralelos, vale avaliar se os sistemas da empresa podem trabalhar juntos.

Se sua operação possui uma necessidade específica, você pode falar com um especialista do Facilita.

Elen Duarte

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