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Mercado Imobiliário

Caixa reabre linha de crédito e expectativas de crescimento no mercado imobiliário aumentam

2018 começou com uma notícia animadora para quem quer realizar o sonho da casa própria. A Caixa Econômica Federal anunciou no último dia 02, a reabertura da linha de empréstimo imobiliário Pró-cotista, uma das mais baratas do país e que estava suspensa desde junho do ano passado, além disso, a cota do financiamento de imóveis […]

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2018 começou com uma notícia animadora para quem quer realizar o sonho da casa própria. A Caixa Econômica Federal anunciou no último dia 02, a reabertura da linha de empréstimo imobiliário Pró-cotista, uma das mais baratas do país e que estava suspensa desde junho do ano passado, além disso, a cota do financiamento de imóveis usados será elevada de 50% para 70%.

A linha Pró-cotista é reservada a trabalhadores com conta no FGTS e oferece taxas de juros entre 7,85% (clientes com débito em conta ou conta-salário) a 8,85% ao ano. Para solicitar o financiamento, é necessário comprovar, no mínimo, 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS ou ter saldo em conta vinculada de no mínimo, 10% do valor da avaliação do imóvel. Além desses requisitos, o interessado não pode ser proprietário de imóvel no município ou região metropolitana, nem ter financiamento no SFH entre outras que podem ser consultadas no site da Caixa Econômica Federal.

A reabertura da linha pró-cotista é uma excelente notícia para o mercado imobiliário. O presidente da Associação Brasileira de Crédito Imobiliário, Gilberto Duarte de Abreu Filho, afirma que a volta do financiamento é um estímulo para recuperação do mercado.

Já estamos sentindo que o mercado tem reagido frente às ultimas crises e o pró-cotista é uma aposta de melhora na demanda para novos negócios. A reabertura da linha de financiamento também atuará como ponto de decisão de clientes frente a lançamentos, muito propícios de acontecerem logo no começo deste ano. Com a linha de crédito o cliente terá mais condições de fechar o negócio, comprando financiado e com juros mais baixos. Uma solução que traz ganhos para todos os lados, clientes e construtoras/loteadoras saem ganhando.

Diante disso, as construtoras, imobiliárias e loteadoras precisam estar preparadas para a gestão de novos negócios. Muitas possibilidades de vendas, que estavam paradas, podem ser retomadas com o financiamento e com a taxa baixa de juros. Com o aumento da demanda, vale a pena perguntar se a sua equipe está preparada para atender e gerir os novos contatos e negócios.

É preciso aproveitar essa oportunidade para dar um salto no mercado com processos simples e rápidos. Em um mercado imobiliário cada vez mais complexo, o diferencial da sua empresa é descomplicar processos, reduzir burocracias e priorizar pessoas. E a melhor forma de fazer isso é ter todo o processo de vendas na mão, da abertura ao fechamento. Mais do que ter um CRM, é ter um aplicativo com todas as possibilidades que você precisa para fechar um negócio, em qualquer dia e lugar, principalmente quando se trata de lançamentos, quando o cliente precisa de uma informação em tempo real.

Imagine como seus lançamentos ficarão mais estratégicos e dinâmicos com o recurso espelho de vendas inteligente, vertical e horizontal, que permite unificar em um só lugar informações importantes sobre o empreendimento em tempo real. O cliente pode visualizar na hora o local exato do seu lote, a distância precisa de uma área a outra e muitos outros itens fundamentais que ajudam a finalizar a venda de forma eficaz.

Além do espelho de vendas, a reserva de unidades feita pelo app, elimina a duplicidade de reservas, diminui o tempo de espera e aumenta o controle das etapas finais da venda. O maior benefício é fazer a reserva de qualquer lugar e em qualquer hora, inclusive no dia do lançamento. Tudo fácil, rápido e simples!  

Ainda se tratando de lançamentos, é muito comum um gestor comercial ter que lidar com muitos corretores e imobiliárias, e gerenciar essas equipes sem um sistema pode ocasionar falhas graves nos atendimentos. Por isso, é imprescindível fazer a gestão de vendas unificando todas as informações e comunicação em um só lugar, no app facilita.

No próprio app também é possível fazer o envio de proposta, ter acesso a relatório inteligente (BI) e CRM Mobile para garantir que nenhuma oportunidade se perca.

Esses são alguns dos recursos disponíveis do Facilita, o aplicativo que irá facilitar suas vendas. Comece agora a descomplicar!  

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Mercado Imobiliário

Os principais ensinamentos do mercado imobiliário de Alto Padrão de Nova York e Dubai: Live com Sergio Langer

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O evento “Os principais ensinamentos do mercado imobiliário de Alto Padrão de Nova York e Dubai” aconteceu na tarde do dia 18 de agosto, transmitida pelo youtube do App Facilita, de modo 100% online e gratuito para construtoras, incorporadoras, loteadoras, imobiliárias e corretores que atuam ou desejam atuar no alto padrão.

A live contou com a participação do Sergio Langer, idealizador da “Missão Alto Padrão & Luxo”, além de criador e apresentador do “Vem pra mesa”, o podcast n. 1 do mercado imobiliário. 

Para fechar a mesa, Glauco Farnezi, fundador e CEO do App Facilita, trouxe sua experiência com mais de 18 anos de trabalho no mercado imobiliário ajudando construtoras, incorporadoras, loteadoras e imobiliárias a terem um processo de vendas simples, mobile e 100% digital.

O bate-papo trouxe estratégias e insights sobre como funciona o segmento de alto padrão, discutindo o comportamento está a venda de imóveis de alto padrão no Brasil?

  • Universo do alto padrão: O que os clientes procuram?
  • Principais estratégia de Marketing para esse nicho
  • O que fazer antes de lançar um empreendimento de alto padrão?
  • Qual o perfil dos corretores de imóveis de alto padrão?

A conversa também permeou sobre a imersão da “Missão Alto Padrão & Luxo”, onde são aplicadas conteúdos lições práticas com as principais referências  desse mercado. Uma imersão que conta com visitas aos principais empreendimentos de luxo do mercado de São Paulo e workshops ministrados por especialistas da área.

Confira o que rolou no evento:

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Mercado Imobiliário

Saque do FGTS tem efeito incerto na economia

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Nos últimos dias temos visto movimentações no mercado imobiliário sobre os efeitos do saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, popularmente conhecido pela sigla FGTS. Figuras como Luiz Antonio França, presidente da Associação de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) apontam que esse tipo de medida não vai promover o crescimento do Brasil. 

De modo geral, o setor enxerga que o estímulo paliativo à crise gerada pela pandemia traz alívio momentâneo, mas tem efeito incerto na economia. Acompanhe os detalhes neste artigo!

Afinal, por que o FGTS interfere na economia?

Sabemos que o FGTS foi criado, em síntese, visando a proteção do trabalhador em situações de demissão sem justa causa, mantendo uma reserva na Caixa Econômica Federal, sendo esse valor descontado do salário mensal do contribuinte.

Com o tempo uma série de critérios para saque do FGTS foram criadas, tendo por principais: casos de demissão sem justa causa, doenças graves e compra da casa própria.

Além disso, o governo passou a permitir “saque aniversário e saque emergencial”, essa ação freia a alta inflação sendo considerada pilar de sustento de investimentos em serviços públicos, entretanto tende a incertezas na economia apontando ser de curta duração.

O presidente da ABRAINC, Luiz Antonio França, aponta:

“São esses recursos que sustentam os investimentos nos serviços públicos que atendem principalmente a população de baixa renda, sem a necessidade de investimento estatal, além de responderem pela geração de dois milhões de empregos ao ano”

França, salienta ainda: 

“Se o que desejamos é um país mais igualitário, não podemos omitir dos argumentos sobre a destinação desse recurso que ele também segue regras claras de uso, permitir a continuidade de projetos sociais que o governo não tem como arcar sem essa fonte”

Temos acompanhado que, principalmente pelo agravante da crise econômica e sanitária provocada pela pandemia, muitas famílias estão com grandes dificuldades para atender até mesmo as necessidades mais básicas.

Como reflexão é importante voltarmos o olhar para a questão de que reeditar medidas do FGTS vem a ser uma solução paliativa, mas não resolve a problemática da economia do país.

Como fica o saneamento básico e infraestrutura urbana?

A ampliação dos objetivos da Lei 13.932/2019 que regulamenta o FGTS, preocupa a geração de trabalho e receita orçamentária de municípios que não possuem fundos para substituir o aporte financeiro do FGTS. 

Além disso, a ausência de investimento pode interferir no programa habitacional Casa Verde e Amarela (CVA), o qual tem como função social viabilizar melhores condições de vida para brasileiros de baixa renda.

Atualmente o segmento CVA tem se destacado no mercado imobiliário, que com as recentes alterações no texto da medida provisória 1.107/22 ampliou o prazo máximo de financiamento (30 para 35 anos). Nesse meio tempo os depósitos do FGTS realizados por parte dos empregadores servem de garantia nas prestações de financiamentos imobiliários. Essa iniciativa mostra que a construção civil é uma peça importante nessa retomada da economia.

O cenário para as construtoras

Independentemente da decisão final em relação ao aporte do FGTS, o mercado imobiliário segue sendo um pilar para sustentar a economia brasileira. O setor já demostrou sua importância e se mantem em crescimento mesmo com a alta da inflação e a crise em um contexto geral. 

Para o incorporador, é importante avaliar os processos que já vem sendo adotados nas vendas imobiliárias e que estão surtindo efeitos positivos. Nesse sentido, podemos destacar a importância da tecnologia como aliada na gestão imobiliária, trazendo soluções para otimização do processo da venda de imóveis.

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Mercado Imobiliário

Decreto gera polêmica e é revogado no dia seguinte: e agora corretor?

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Um novo decreto foi publicado no dia 9 de agosto pelo presidente da república Jair Bolsonaro, tratava-se de uma medida para redução de custos relacionados às atividades do mercado imobiliário associadas a compra, venda e locação de imóveis. 

O Decreto nº 11.165, altera a Lei nº 6.530 promulgada em 1978, que diz sobre a regulamentação da profissão de corretor de imóveis. O documento já estava em vigor e determinava que algumas atividades não seriam mais exclusivas aos profissionais corretores de imóveis. 

A mudança gerou polêmica no setor e fez com que muitos associados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) se questionassem sobre os efeitos dessa decisão para a profissão. Diante da repercussão, a medida foi revogada em menos de 24 horas depois da promulgação.

Mas até que ponto os corretores podem ser afetados? Será esse o fim da profissão como conhecemos hoje? Continue a leitura deste artigo e confira mais detalhes!

O que mudaria com o Decreto?

O Decreto nº 11.165 sancionado na última terça-feira (09/08), alterou o Decreto nº 81.871 de junho de 1978, o qual regulamenta a Lei nº 6.530 de maio do mesmo ano. 

A medida modificou a regulamentação da profissão de Corretor de Imóveis, flexibilizando atividades que antes, em conformidade com a legislação, eram exercidas somente por profissionais devidamente registrados no Creci.

A contar da data de publicação do decreto passaram a vigorar novas regras nas intermediações das ações de negociações associadas a compra, venda e locação de imóveis.

Conforme descrito no Art. 2º, serviços chamados “auxiliares” não competiriam mais exclusivamente aos corretores licenciados, descritos nos incisos I, II, III, IV. São eles:

I – publicidade ou marketing imobiliário;

II – atendimento ao público;

III – indicação de imóveis para intermediação;

IV – publicação, hospedagem em sítio eletrônico ou divulgação na internet de imóveis à venda ou para locação.

A justificativa é que a mudança viria para promover segurança jurídica e reconhecimento frente às inovações do setor, gerando também, diminuição da burocracia e maior receita ao reduzir custos nas transações imobiliárias. 

Ainda, o texto tornava excludente tabelas para definição de valores cobrados no exercício da corretagem de duas atribuições, adequado ao Art 3º é dada abertura à livre negociação de honorários. 

Repercussão do Decreto e opinião do Cofeci

Houve pronunciamento por parte  do presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro, que se colocou totalmente indignado com a promulgação do decreto Decreto de nº 11.165, o qual coincidiu com a data de realização do Encontro Brasileiro do Mercado Imobiliário, evento mais conhecido pela sigla ENBRACI. 

O Cofeci enxergou que tal medida foi uma afronta à categoria de trabalho e o presidente da entidade chegou a pronunciar em público que a ação se tratava de “canalhice”.

Diante da grande repercussão negativa, em menos de 24 horas depois o decreto foi revogado pelo presidente da república. As medidas que haviam sido aprovadas favoreciam empresas da construção civil do Sindicato da Habitação na Internet (Secovi). 

Além disso,  as plataformas digitais imobiliárias também seriam beneficiadas diretamente, visto que haveria dispensa da obrigatoriedade de registro no Creci em atividades “auxiliares”, como mencionado anteriormente.

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